Mostrar mensagens com a etiqueta Broche. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Broche. Mostrar todas as mensagens

sábado, 23 de outubro de 2021

Seven MOTEL (uma noite)

    



  Convidei-te para sair. Estamos muito fechados em casa, com alguns compromissos e temos deixado coisas para trás, inclusive socializar com amigos. Mandei que vestisses um vestido curto, sem cueca. Refilaste um pouco mas impus que o fizesses. Aprontaste-te e vieste mostrar-te. Fiquei siderado com tamanha beleza. O vestido caia otimamente, as badanas quase a vista, as belas pernas quase totalmente a mostra e o peito, esse generoso peito, também pouco tapado, mostrando o essencial. Uma mulher perfeita vestida para matar. Vestiste um casaco de malha, também ele curto, que te dava uma sensação maior de segurança. És exibicionista confessa mas ainda tens alguns tabus. Perderas com o tempo.

  Saímos para visitar uma amiga que assim que te viu, elogiou de imediato a tua indumentaria, feliz sinceramente por te ver, ainda por cima tão bela. Eu, barba por fazer, roupas normais, era o par que te convinha, que desviava todas as atenções para ti.

  Despedimo-nos e fomos diretos a uma sex shop da zona. Precisava de uns artigos para substituir alguns que se tinham avariado e tu precisavas de umas meias, pois as tuas apertavam um pouco em demasia, transtornando-te um pouco. 

  Compramos um vibrador potente, um ovo e tu compraste as meias. Maravilha. Apos adquirirmos tudo, pagamos e dirigimo-nos para o carro. A minha cabeça fervilhava, pensando para onde iriamos. Estava frio para ir ate a praia. Tenho o fetiche da praia, com a presença de outros carros, onde casais se masturbam, namoram e quero meter-te o dedo no cu, enquanto nos beijamos em pé, fora do carro. Tenho tesão por isso, por fazer ver a todos o quanto és minha e o quanto és maravilhosa. E bom para mim sentir que, casais se entregam, em parte incentivados alem do seu gosto, por algumas caricias mais intimas que veem eu fazer-te. E pelo maravilhoso corpo que tens. E não são so os homens. Também algumas mulheres se sentem excitadas com a tua beleza. 

  Então resolvi irmos a um motel, o SEVEN. Sugeriste pelo caminho passarmos pelo MacDonald mas como so passamos pelo burguer king, foi ai que nos abastecemos. 

  Passados poucos minutos, entramos no motel e subimos ao quarto. Comemos, deitamo-nos em caricias, pedimos café, e vimos um filme. Tentei por alguma pornografia mas como mostraste desinteresse, pus por pouco tempo e mudei para um canal de filmes normais. Apos acabar, fomos tomar um banho no jacuzi, brincando e relaxando. Acabado o banho, deitamo-nos. Ai iniciei a brincadeira com os nossos novos artigos. Não devem ser maus, o teu orgasmo saiu depressa e intenso. Motivado por tanto sucesso, mandei-te por de 4 e iniciei uma ida ao cu. Estavas temerosa, eu so enfiava a cabeça e tirava, fi-lo durante muito tempo, pincelando algumas vezes pelo rego e cona, para novamente voltar a meter, cuidadosamente, mas sempre com queixas da tua parte. 

   Parei, estavas ja com muito choro, nervosa e não quis massacrar-te mais. estavas com tanta tensão que, apos o meteres a meu mando na boca, humedeceres muito, meti-te dentro da coninha e reagiste com muita dor. Parei, tirei e fiz-te massagens nas costas. A mistura de frases que te disse ao ouvido, eróticas, massagens nas costas e com o caralho a roçar-te as costas, acenderam-te. Passaste do estado de incomodo e dor para o teu normal de tesão desmedida. Agarraste no caralho e enfiaste em ti, puxando-me com força, desejando agora ser fodida com todo o vigor, como se o que se passou anteriormente não tivesse acontecido. 

   Palmadas no rabo, fortes, entradas e saídas bruscas, pernas afastadas pelos meus braços, fizeram-te explodir num orgasmo brutalmente intenso. E eu, esporrei-te toda, vazando o caralho tão cheio por tudo o que se tinha passado anteriormente. O teu choro de sofrimento, a meia hora (mais ou menos) de entradas da cabeça no teu enorme e belo cu (só consigo explicar o que sinto desta maneira). O teu cu e, deliciosamente empinado, grande de molde a poder bater nele e acaricia-lo com facilidade e com o formato lascivo de um coração. E um sonho estares de quatro e sentir o caralho embainhado nesse tunel perfeito e quente, sentindo os teus músculos internos a apertarem, com se estivesses a ordenhar. E um acumular de sémen, tesão e desejo, difíceis de conter. 

    Foi uma tarde/noite maravilhosa. Para repetir.  

quarta-feira, 10 de junho de 2020

Cadela Doida




     A minha cadela e doida. Completamente maluca. Hoje começou com um broche cheio de técnicas, não um vulgar, com lambidas nos colhões, no membro, engolir todo, mamar a cabeça. Um belo broche. Passados alguns minutos obviamente estava para me vir. Nem o facto de estar a beber uma cerveja impediu o pré-orgasmo, onde a muito custo impedi o momento final. Dei-te uma forte chapada. Ficaste abismada a olhar para mim. Creio que era mais uma coisa de mulher, charme.. Voltando-a, agarrei as pernas, abri e mergulhei na cona molhada, apesar das tentativas de me empurrares com pernas e braços não me afastei. Como castigo mordi fortemente o teu lábio esquerdo. Soltaste um grito e levantaste a pélvis, acompanhando a dentada e puxão simultâneos. Passei a língua no mesmo lábio e a tua reação foi de um suspiro de prazer, em especial quando cheguei ao grelo e o apertei com os lábios. Agarraste-me no cabelo e forçaste a cona em direcção a minha boca. Estavas quase a vir-te. Imediatamente me levantei e deixei de te lamber. Refilas contrariada e dizes-me, "vou masturbar-me, preciso de me vir". Voltei-te de cu para mim e enchi de palmadas, com força, a mão já estava vermelha mas não parava, o cu rosado tentava fugir das palmadas mas não permitia, já não te masturbavas, tentavas proteger-te sem o conseguires. O choro convulsivo não me impedia de continuar a castigar as nalgas.
   Parei e voltei-te novamente de frente, enterrei o caralho de uma vez, ao que gritaste com com todas as forças. E uma dor que te da prazer, como demonstraste ao fim de tres invasões, onde me agarraste fincando as unhas no meu rabo e beijaste como se quisesses chupar-me para dentro de ti. O orgasmo aproximava-se a passos largos de ti, dai te voltar de costas, pondo-te de 4 voltei a meter com tudo. Empurraste o cu mais forte para mim e eu fodia-te com tudo, o barulho que os corpos faziam ao embater era forte, ate que acabaste de por te vir, caindo extenuada. Como eu não me tinha vindo ainda e queria prolongar um pouco mais aquilo, novamente te voltei de frente e mergulhei sobre a coninha, bebendo o teu liquido magico e chupando-a, grelo, lábios, abaixo do grelo, lambendo toda a zona na busca de um novo orgasmo. Agarraste-me no caralho e apertaste, sinal que já estavas novamente próximo do orgasmo. Sinal porque quando estas la perto não consegues masturbar-me, chupar ou algo assim. So agarrar com força, o que me da uma tesão enorme sem que me faça vir. O orgasmo veio, sentido, luxurioso, forte. Largas-te o caralho quedando-te numa respiração profunda e deitei-me a teu lado com muitas caricias. Agarraste novamente no caralho e bateste uma punheta. Quando sentiste as palpitações dele,  deitaste a cabeça em cima da minha barriga e chupaste a cabeça ate eu me vir. Engoliste a maioria do meu mel e apressaste-te a engolir o caralho, limpando-o soberbamente. Foram umas horas de sonho. Sem grande brutalidade como gostamos mas intensa e cheia e amor e paixão. 

terça-feira, 12 de maio de 2020

Dia de tempestade


     Vento. Uivava nas imediações, toalhas e molas eram deslocadas por força das rabanadas. Resolvemos desconfinar um pouco e metemo-nos dentro do carro. O temporal mexia com a nossa libido, despertando desejos.
     Saímos de casa e logo ali, apesar das dificuldades de visão, mandei-te fazer um broche. Alegaste que a policia podia estar em algum lugar. Deite um chapadão na face e maltratei-te dizendo "estúpida, qual é a policia que esta em operação com este temporal? Faz o broche e cala-te".
     Tudo era encenação, pelo menos para mim. Tu, talvez não compreendendo ainda o que estava a fazer, chorosa, desapertaste as calças e tirando o membro para fora foste contrariada de encontro a ele, beijando suavemente e apertando-o com a mão, timidamente. Notei não estares muito feliz mas, pela maneira como chupavas, a estalada e a "estúpida" tinham mexido contigo. Após uns segundos meteste-o um pouco na boca, situação que me deu a oportunidade de te afundar a boca, sentindo a tua garganta e fixando um pouquinho nessa situação, ate te ver aflita com falta de ar, agarrando desesperada a perna. Nesse momento deixei-te respirar, saindo tu toda babada e respirando aflita, olhando para mim que sorria. Resolveste então la ir novamente, simulando que o fazias entrar na boca, esperando que te afundasse novamente, sem sucesso. Saber esperar e uma virtude e neste dia resolvi ser virtuoso. Após varias simulações e talvez movida pela excitação distraíste-te e engoliste um pouco. Voltei a forçar a tua cabeça de encontro ao caralho, dessa vez abusando mais um pouco dizendo-te frases como "então puta, estavas a gozar; engole o caralho todo, minha vaca, tira o leitinho e engole-o vadia;" Claro que quando aliviei alem da respiração aflita, tossias muito. Levantaste-te, sentando-te a meu lado, calada, torcendo as pernas subtilmente em sinal de excitação, mas

mantiveste-te calada. Mandei então que abrisses as pernas e puxasses as cuecas, roçando o grelo. A minha ideia era ver o quanto estavas húmida. Não foi preciso, assim que abriste as pernas, alem de ver a cueca manchada, senti o odor guloso que o teu corpo emana quando estas excitada. Mas não interrompi o que te mandei fazer, alias, ajudei, torcendo um pouco as cuecas junto aos lábios, saltando tu um gemido de prazer e dor. Agarraste-me pela mão e abriste-a mais um pouco, indicando quereres que te apertasse e puxasse os lábios com força. Não me fazendo rogado, agarrei e puxei com muita força, fazendo acompanhar o teu corpo na direcção que puxava, movimento este acompanhado de gritos. Queixumes de uma mulher embriagada de desejo que o quer esconder. Quando larguei, sentaste-te novamente e eu pousei a mão na alavanca das mudanças. Olhaste-me de lado e agarrando-me na mão levaste-me novamente ao sitio. Óptimo, apetecia-te ter os lábios e o grelo inchados. Quando ficam assim, o minete e muito mais prazeroso, os berros que soltas sao mais sentidos e entras em paranóia. Disse-te " isto vai doer-te puta. Tens a certeza?" Então curvaste o corpo para junto de mim, deste-me um beijo e segredaste "quero". Então o meu sadismo fez o resto, agarrei bem os lábios e puxei, puxei muito, apesar dos teus nãos, não larguei ate me satisfazer.
    Quando o fiz tinha pequenos pelos nas mãos, colados pela tua lubrificação. Contorcias-te no banco, dor e prazer, calculo as emoções e sentimentos contrários que te passaram pela cabeça. Mandei-te abrir as pernas. Novamente levaste um forte estalo para as abrir. A obediência  obriga a que a minha vontade seja lei. Abriste as pernas e os meus dedos foram a tua cona, passando e molhando-os. Quando achei que estavam suficiente húmidos, passei-os  suavemente pelo grelo e o ponto U. Desta vez agarravas-te ao banco com todas as forças O orgasmo eminente depressa se fez sentir como um vulcão, tudo o que tinhas passado ate esse momento descarregaste ali, gritos guturais, movimentos e frases desconexas. Acalmaste e deitaste a cabeça para trás. Sorriso de felicidade e cansaço. Mas se pensaste em descansar, tinha outras ideias para ti.


Continua