terça-feira, 30 de junho de 2020

Sexta-feira de excessos(2° e última parte)



    A língua trabalhava o teu clitóris dorido, fazendo-te gemer e torcer como há muito não via. Alagada, não só pelo tratamento actual mas também pelo anterior, bebia os teus doces fluidos de lubrificação, mordiscava os lábios inchados fazendo-te gritar passando a língua e beijando depois, enlouquecia-te na minha loucura. Passava os dentes no grelo ao que reagiste com impetuosidade, tanto nos sons como em movimentos de corpo, calcorreava com a boca toda a zona da cona enquanto uma mão a abria e a outra acariciava o peito.
    A certa altura as contrações tornaram-se violentas, juntando gritos e brindaste-me com um banho num orgasmo ímpar. Enquanto te vinhas eu insistia com a língua na cona, o orgasmo ou orgasmos não cessavam até que deste um esticão muito forte com o braço, talvez motivado pelo desespero das sensações e deste um grito diferente, um grito de dor queixando-te do pulso.
    De imediato levantei-me e soltei os teus braços. Procurei o spray para as dores, em desespero, vendo-te com dor agarrada ao braço. Que merda de fim, pensei eu. Como estava enganado.
    Apliquei o spray e deitei-me contigo nos meus braços, acariciando-te. Mas o spray deve ser muito bom pois, após alguns minutos já tinhas mão no meu caralho, batendo uma suave punheta.
    Foste descendo, encaminhando a boca para ele, sendo que 1° banhaste-o com óleo de amêndoas doces.
    A boca depressa o engoliu, não todo ainda e iniciaste um broche que me acendeu pela dedicação mas não só. A tua boca ardia, assim como o meu caralho estava gelado. Sem te apercebesses, a mão que me punhetava tinha o spray que e a base de mentol. O efeito do mentol e no princípio gelado mas quando ao fim de um tempo em zonas sensíveis parece queimar. Então além de teres a boca a ferver o meu caralho passou do gelado para o muitíssimo quente, uma sensação única de tesão. Depressa te avisei que me ia esporrar e optaste por manter a boca lá, recebendo grande quantidade do meu líquido, engolindo enquanto continuavas o broche.
   Continuaste suavemente os movimentos com a boca, percorrendo o caralho todo, sorvendo o sémen que era muito, deixando completamente limpo.
    Quando finalmente te cansaste, chegaste-te a mim, deste-me um beijo rápido e aconchegaste-te. Cansados mas felizes.

segunda-feira, 29 de junho de 2020

Sexta-feira de excessos (1° parte)



   Sexta feira foi véspera de anos de casados. O dia decorreu em grande harmonia. Fomos almoçar fora, a descoberta, e a tarde passou-se na calmaria. O tempo estava meio engonhado, ficamos em casa a ver filmes. Jantámos, por volta das 10 da noite pus um filme sobre BDSM, por acaso era a compilação de uma série passada na Índia mas em inglês. Ao fim de duas horas, interrompemos a série e fomos para o quarto. Aí começou uma das noites do ano. Foste à casa de banho e voltaste minutos depois com um babydoll muito excitante, o qual fotografei contigo em algumas posições. A tesão era muita, o caralho sobressaia nos calções e apesar de te ficar a matar mandei-te tirar porque tinha planos.
    Mandei-te deitar com a cara para cima e prendi os pulsos, depois as pernas abertas. Ficaste em cuecas. Vendei-te e iniciámos. O chicote beijou todo o teu corpo, mamas, barriga, pernas, nunca indo à cona. Deixei que o teu corpo pedisse, quando a excitação fosse demasiada, levantarás a cona e eu dar-te-ia quando quisesse.
    Passei à palmatória e bati com ela em diversas zonas também, e de seguida com o chicote de aço, com esse passando e picando junto as virilhas.
Quando te vi muito acesa, interrompi os batimentos e fiz uma massagem nas mamas, pernas, barriga, ainda evitando a coninha que dava para ver molhada através de uma mancha na cueca.
    "Aíiiiiiiiii", gritaste ao sentir gotas de cera sobre o teu corpo, tinha acendido uma vela sem que te apercebesses e vazava-a sobre ti, umas vezes afastada outras bastante próxima. O teu corpo serpenteava enquanto choravas baixinho.
    Parei com a vela, apaguei e agarrando no chicote voltei a dar-te com ele pelo corpo, aqui já incluindo a coninha que às cegas o procurava. Gemidos altos e fortes saiam da tua boca. Estavas enlouquecida e ainda mais ficaste quando te calquei com a escova de aço. Pediste para o fazer na anca e perna. Como sou obediente, foi lá que centrei atenções mas com tanta força que gritavas e pequenos sulcos de sangue irrompiam das zonas massacradas. Quando achei já chegar fui buscar álcool, só à segunda acertei porque o frasco que peguei estava vazio e tive de ir buscar outro. Como te riste, tendo álcool na mão, acaricie o clitóris com um pouco dele ao que gritaste.
    Para amenizar o sofrimento, entrou em acção o frasco com o líquido que faz vibração nas zonas sensíveis e liguei um pequeno vibrador na fenda. A loucura em ti era como se tivesses possuída, dava-te chicotadas em simultâneo, umas nas mamas, outras na barriga e muitas no monte de Vénus e por cima do vibrador. Tiveste várias vezes no quase orgasmo mas que uma dor mais forte impedia. Novamente a cera quente brindava o teu corpo assanhado e tu confusa com tanta dor e prazer misturados solucavas, gemias, gritavas, choravas, tudo ao mesmo tempo. Diverti-me bastante nesse tempo, só ver-te descoordenada, aflita mas muito entesada.
    Dei ordem para te vires ,tirando o vibrador e dando chicotadas em cheio na cona. Fizeste beicinho e disseste que não. Então sob um enxame de asneiras mandava e batia-te com o chicote  no clitóris e cona, mantendo tu a intransigência. Após uns minutos em que a dor já era grande e tu nada de te vires, libertei-te as pernas e tirando as cuecas, incidi a língua sobre ti.

segunda-feira, 22 de junho de 2020

Aniversário da cadela



 
60 primaveras. Data que tínhamos que comemorar a preceito.  Resolvemos sair, passear pela costa alentejana. Almoçamos por lá, um almoço bem regado e aí começaram as peripécias que fizeram o dia ainda mais especial. Após a ingestão de vinho em grande quantidade, a cadela ficou sonolenta e eufórica em simultâneo. E quando está dessa maneira tem atitudes inusitadas. Tive, por exemplo que parar o carro a meio do caminho para ela mijar. Até aqui tudo bem, o pior e que havia muito trânsito na estrada. Depois de resolvido o problema continuamos o caminho até uma aldeia onde paramos e novamente teve que urinar, neste caso num café.
   Dirigimo-nos a praia e ela nem levava biquíni, tinha umas cuecas fio dental e um sutien com atilhos que se espalhavam pelas costas. Tirou o vestido até a barriga e levantou até a cona. Tesão de mulher que aproveitei para fotografar, mesmo a conduzir. Pena a praia ter muita gente, senão tinha tirado o sutien e ido a água em fio dental. Fica para a próxima.

Voltamos para trás e a puta passa a fotografar-se a ela própria, a cona, pernas tetas, com as pernas em cima do tabliet . A tesão que eu tinha já estava a ser dolorosa e molhava-me as calças, pois como pormenor, não tinha cuecas. O caralho fazia força na calça de ganga e molhava-a. Enfim, parei numa outra praia e fotografei aquele belo cu no exterior. Ela estava eufórica de alegria e mesmo a passarem carros, levantou o vestido para que podesse fotografar, fazendo Charminho com a frase " se alguém nos vê", a qual caguei positivamente. Sei que como vaidosa que e, com sessenta anos excelentemente conservados e a tesão sempre nas alturas, e uma felicidade para ela expor-se. Tanto que a seguir, já no caminho começo a mexer na cona e a resposta dela foi, tirar o fio dental e abrir-se toda.


Dedilhei o grelo e zonas limites, mesmo a conduzir no trânsito de tal modo que nem se importou com os outros carros, fechou os olhos, cabeça para trás e pequenos gritinhos ate ter um orgasmo silencioso mas muito intenso, dobrando-se e fechando as pernas bem apertadas durante algum tempo. Acabou arrasada, cara de puta satisfeita, sorridente e cansada. Ia vestir a cueca mas ordenei que não o fizesse. Guardou dentro da mala e ainda fomos ao café antes do regresso a casa. Nesse café estava um homem que já não sabia como se havia posicionar porque ficando sentada de lado, com a racha enorme lateral, toda a perna até cima estava a mostra e vesse perfeitamente a ausência de cueca no caminho até ao café. Um dia muito aprazível.

quarta-feira, 17 de junho de 2020

Minha Senhora Puta


 
No trabalho continuo a ver fotografias tuas, uma em especial, com um vestido preto, absolutamente transparente onde se vê as pernas e o fio dental como se estivesses nua. E uma imagem linda que ativa a minha libido e me faz querer rapidamente e com avidez esse corpo nas minhas mãos. Passei o dia todo com essa imagem na cabeça, lembrando de como num café conhecido nosso, indiferente aos outros ou talvez não, roçaste o pé no meu caralho enquanto fazia festas na perna, na noite em que foste mecânica. Adorei ver-te ali em lingerie, deitada sobre o motor do carro, dos encostos no teu rabo que, caso não tivesses levado o body que levaste, levavas ali mesmo uma foda. E bom foder na rua, expostos a alguns perigos que nos aquecem ainda mais. E temos alguma experiência nisso. Quero-te mais vezes em modo puta, onde não tens barreiras e fazes-me de tudo sem preconceitos e te exibes com naturalidade e tesão. Lembro também as punhetas que me bates e os broches que fazes no carro, em especial um em que te vieste sem te mexer ao mesmo tempo que eu te enchia a boca de leite.

 
 Continuando com lembranças, recordo as vezes que te batia e bateste com o chicote na tua cona enquanto guiava. A tesão que ficas e tanta que facilmente te vens, em especial se te vendar e tendo o vidro do carro aberto relatando a quem passa e o olhar guloso que fica ao olhar as tuas pernas abertas em cima do tablet e as mãos freneticamente mexendo na coninha. Por vezes dás-me a provar o teu sabor com os dedos, em especial se te der umas boas palmadas e apertões nas pernas. Adoro quando te despes da Senhora e vestes a puta. Quero-te assim muitas vezes. Estou desejoso de sair do emprego...

terça-feira, 16 de junho de 2020

Bendita punheta

   Estávamos a ver televisão, eu visivelmente excitado, um vulto emergia dos calções, olhando os teus contornos através de uma camisa de noite transparente, onde se salientava o fio dental enterrado nas tuas carnes.

   De repente levantas-te e metendo um rebuçado de mentol na boca, diriges as atenções para o meu vulto, libertando-o do calção e enfiando tudo na boca. A boca em contacto com o caralho já e uma sensação magnífica, mas com o mentol, e verdadeiramente inolvidável. Tive um broche excelente, o caralho tanto sentia profundo calor como frio, quem nunca tentou, experimente, a tesão era imensa, a ânsia de me vir, quase dilacerante. O pau já deitava o líquido pre-orgasmo e a tua língua dentro do buraco dava sensações nunca sentidas de arrepios. Sucumbiria se não tivesses sentido as palpitações e não o tivesses largado. Com visível alegria pediste para não sair dali e foste ao quarto. Quando regressaste vinhas com um frasco de óleo lubrificante. Borrifaste com uma boa dose do mesmo, tanto as mãos como o caralho e iniciaste uma punheta com as duas mãos. Uma no sentido ascendente, outra no descendendente, algumas vezes a que ia para baixo acariciava os colhoes ao mesmo tempo que a do sentido oposto roçava na cabeça. Tentei manter a indiferença, pelo menos mostrá-las mas foi impossível. De mim saiam burros de tesão, a tortura/prazer já me baralhava as ideias até que, continuando a acção das maos, beijaste-me lasciva e aí esporrei uma quantidade de sémen enorme que se espalhou pela minha barriga, tuas mãos, pernas... Acabaste o trabalho lambendo o meu peito, limpando o que para aí tinha sido projectado e finalizando com um beijo e chupadela no caralho. 

segunda-feira, 15 de junho de 2020

Palmadas e chicotadas

   Deitados. Como sempre as mãos vagueavam pelo corpo do outro, acariciando. A chama acesa. Pedi que te posicionasses de 4 e mandei-te ler um dos meus contos em voz alta. No princípio envergonhada com os palavrões. Actos que fazes com prazer mas não verbalizas.  

Começaste o conto e eu iniciei as palmadas no rabo. Deixava-te ler um pouco e uma palmada.
   Se no princípio estavas envergonhada e por vezes dizias as palavras mais baixo, passados minutos, já por vezes as gritava quando coincidiam com outra palmada. O teu estado mudou para o oposto. Agora era a tesão que falava mais alto e até o teu corpo se retorcida quando a mão te batia. Rapidamente estavas próxima do orgasmo até que.... Fomos interrompidos por um telefonema de um familiar.



Quando o tlf toc
Sentimo-nos frustrados, interrompemos a sessão e atendemos o telefonema.
   Após desligar, fumamos e rimos um pouco da situação. Mostrei o chicote de silicone. Olhaste-o gulosa. Apagaste o cigarro e novamente de quatro, aguardas-te por mim.
    Dirigi-me novamente ao teu cu e chicotiei a princípio devagar, alternando as duas badanas. Acendendo com muita rapidez, entrando num semi-transe quando mais uma vez, outro familiar telefona... Família muito grande. Novamente interrompidos, a tesão estava alta, tinhas as nádegas muito vermelhas, e eu só me apetecia foder-te.
    Após desligar a ligação, deitamo-nos a masturbar mutuamente. Ainda te dei umas palmadas na cona mas com o desejo que tinhas só acendiam mais a necessidade de seres fodida. Largaste o meu caralho e puseste-te de lado
sendo como que violada na primeira entrada. Gritaste de tesão, mexias-te muito, a muito custo ia aguentando... Felizmente estavas em pontas e não demorou muito vieste-te molhando o lençol. Ao mesmo tempo descarreguei em ti, dentro de ti o meu leite. Ficamos prostrados, rindo da situação que tínhamos passado, interrompidos duas vezes.
    Sei que o meu orgasmo foi pujante e o teu molhado, intenso, vivido. Talvez as interrupções de vez em quando não sejam mas.
    

Cadela fodilhona


   Estivemos confinados muito tempo, a vontade de escrever não era muita, daí termos histórias a relatar, com lembranças cheias de tesão, que me deixam de pau feito.
    Num dia de confinamento, aproximei-me do sofá onde estavas, dando-te um beijo. Correspondente, tirando os óculos, mordiscando a minha língua e mexendo no meu caralho ainda dentro das calças. Puxei o cabelo levando-te a ajoelhar no sofá, de quatro e enterrei o caralho todo em ti, fodendo-te com muita força. Acho que posições difíceis sao mais saborosas.
   Levantei uma perna, pondo-te de lado e empurrei a tua cabeça de encontro ao sofá. Ficavas com esse maravilhoso cu ainda mais empinado e fodia-te mais intensamente e mais dentro de ti. Os colhões batiam tão forte na cona que chegaram a magoar um pouco. Mas nada importava, entortava-te, eras a minha marioneta, até que gemeste alto acompanhando-me nas batidas, a cona apertou o caralho fortemente e viemo-nos com violência. Foi uma foda magnífica onde foste extremamente submissa, onde sem pancada te dei o prazer mórbido que precisas ao te maneatar a minha vontade, fodendo-nos com violência brutal. Lembro ainda a forma como contraiste a cona ao vires o que me deu mais tesão. O abrir caminho e semelhante ao rasgar, como se te enrabasse na altura. Estou no trabalho com a picha tesa só de lembrar. 

Depois do trabalho...uma empreitada na foda

Enviei-te uma mensagem, ordenando que estivesses nua sentada na cama quando chegasse do trabalho. Queria parte dos nossos brinquedos espalhados pela cama.
   Quando cheguei, verifiquei estar tudo como ordenei, excepto o fio dental que tinhas vestido. Uma provocação que irias pagar caro. Deixei-te com a ordem de não te mexeres e fui tomar o banho.
  Acabei dirigindo-me ao quarto, ainda molhado. Sentei-me e deitei-te sobre o meu colo, fazendo com que sentisse o caralho, castigando-te o cu com 20 palmadas em cada bandana. Súplicas te que parasse mas a desobediência tinha sido tua e tinhas que aprender. Quando parei, meti a mão entre as tuas pernas e as cuecas estavam encharcadas, tal como a tua cara de lágrimas. Para te castigar mais um pouco, de um esticão rasguei o fio dental. Sei que te magoei um pouco mas tinhas que aprender. Com queixumes teus, mandei-te por de joelhos e enfiei tudo com força dentro de ti. Gritaste de dor e prazer. Gostei e tirei fora e meti da mesma maneira mais três vezes. Na última já o prazer tinha suplantado a dor e o gemido alto era tesão. Tirei de vez e mandei-te por em posição para mandares o caralho. Prontamente obedeces-te e antes de tu dar a boca, bati-te com ele na cara. Os teu olhos brilhavam.
  Mandei que pudesses as mãos para trás e começaste a mamar. Foi um broche tremendo. Estas nesta na arte do broche, tanto que tive de me esforçar para não te encher a boca. Salvou-me também o facto de tentares levar a mão ao caralho. Dei-te duas chapadas repreendendo-te pelo acto.
   Mandei-te por de frango assado com uma almofada a levantar-tr o cu. Segurei nas pernas e enterrei, sem contudo chegar ao fim. Nessa posição já te magoei e não queria isso. Procurei calmamente o caminho em ti, até o engolires por completo. Entretanto gemias. Foi então que enfiei desta vez tudo e com tudo, várias vezes. Gritava que te vinhas e deixei acontecer. Foi um orgasmo, aliás, vários que tiveste pois nunca parei de te meter. Vi como sua as e tremiam, meti a mãos no pescoço sofucando-te. Foi até sentir-se sem forças, quase a desfalecer que a tirei. A tua cabeça caiu na cama, ficaste estática, olhos que me olhavam docemente, um sorriso, dizendo" qualquer dia matas-me".

quarta-feira, 10 de junho de 2020

Cadela Doida




     A minha cadela e doida. Completamente maluca. Hoje começou com um broche cheio de técnicas, não um vulgar, com lambidas nos colhões, no membro, engolir todo, mamar a cabeça. Um belo broche. Passados alguns minutos obviamente estava para me vir. Nem o facto de estar a beber uma cerveja impediu o pré-orgasmo, onde a muito custo impedi o momento final. Dei-te uma forte chapada. Ficaste abismada a olhar para mim. Creio que era mais uma coisa de mulher, charme.. Voltando-a, agarrei as pernas, abri e mergulhei na cona molhada, apesar das tentativas de me empurrares com pernas e braços não me afastei. Como castigo mordi fortemente o teu lábio esquerdo. Soltaste um grito e levantaste a pélvis, acompanhando a dentada e puxão simultâneos. Passei a língua no mesmo lábio e a tua reação foi de um suspiro de prazer, em especial quando cheguei ao grelo e o apertei com os lábios. Agarraste-me no cabelo e forçaste a cona em direcção a minha boca. Estavas quase a vir-te. Imediatamente me levantei e deixei de te lamber. Refilas contrariada e dizes-me, "vou masturbar-me, preciso de me vir". Voltei-te de cu para mim e enchi de palmadas, com força, a mão já estava vermelha mas não parava, o cu rosado tentava fugir das palmadas mas não permitia, já não te masturbavas, tentavas proteger-te sem o conseguires. O choro convulsivo não me impedia de continuar a castigar as nalgas.
   Parei e voltei-te novamente de frente, enterrei o caralho de uma vez, ao que gritaste com com todas as forças. E uma dor que te da prazer, como demonstraste ao fim de tres invasões, onde me agarraste fincando as unhas no meu rabo e beijaste como se quisesses chupar-me para dentro de ti. O orgasmo aproximava-se a passos largos de ti, dai te voltar de costas, pondo-te de 4 voltei a meter com tudo. Empurraste o cu mais forte para mim e eu fodia-te com tudo, o barulho que os corpos faziam ao embater era forte, ate que acabaste de por te vir, caindo extenuada. Como eu não me tinha vindo ainda e queria prolongar um pouco mais aquilo, novamente te voltei de frente e mergulhei sobre a coninha, bebendo o teu liquido magico e chupando-a, grelo, lábios, abaixo do grelo, lambendo toda a zona na busca de um novo orgasmo. Agarraste-me no caralho e apertaste, sinal que já estavas novamente próximo do orgasmo. Sinal porque quando estas la perto não consegues masturbar-me, chupar ou algo assim. So agarrar com força, o que me da uma tesão enorme sem que me faça vir. O orgasmo veio, sentido, luxurioso, forte. Largas-te o caralho quedando-te numa respiração profunda e deitei-me a teu lado com muitas caricias. Agarraste novamente no caralho e bateste uma punheta. Quando sentiste as palpitações dele,  deitaste a cabeça em cima da minha barriga e chupaste a cabeça ate eu me vir. Engoliste a maioria do meu mel e apressaste-te a engolir o caralho, limpando-o soberbamente. Foram umas horas de sonho. Sem grande brutalidade como gostamos mas intensa e cheia e amor e paixão. 

quarta-feira, 3 de junho de 2020

Tarde louca

   

   Chego a casa. Transpirado devido a temperatura alta que se faz sentir mas muito mais pela tesao.
Sugeriste pelo telefone ires esconder-te para que te procurasse apos o meu banho.
E obvio que pedias que te castigasse fortemente pela simulaçao de nao estares em casa, nao receberes o Dono como e costume. Foi bem idealizado.
    -Apos banho tomado, fui descascar um gengibre e apos, encontrei-te onde supunha, no anexo com carinha de puta, sorridente e fingindo decepçao, perguntaste o que eu estava ali a fazer. Mantendo-me serio, agarrei-te nas maos e prendi uma a outra com fita cola, deitando-te no colo. Dei-te 20 palmadas no rabo, distribuindo-as equitativamente e separando-te as pernas, que ja escorriam a tua seiva, enfiei fortemente de uma vez o gengibre. Gritaste e tentaste expulsar o que tinhas dentro de ti. imobilizei-te com um braço e com a outra mao passei diversas tiras de fita desde o monte de venus ate ao cu. ficaste completamente coberta, nao se vendo cona ou cu.. deitei-te entao com a barriga apoiada numa almofada, prendi as pernas abertas com cordas e verificando estares bem apoiada com o rabo bem disponivel assente nessa almofada, atei a cintura e prendi num camarao bem fixo na parede. Choramingavas, refilavas, injuriavas-me. pus-te a gag ball. pelo menos nao falavas tanto.
    - Com uma cane em cada mão, fui mostrar-te. Sei o medo que lhes tens, e era o pretendido. Abriste muito os olhos assustada e tentavas dizer que não com a cabeça. Um silvo ouviu-se no ar e a primeira brindou-te o rabo, marcando-o com uma risca avermelhada. um grito saiu da tua boca. o choro passou de brando a convulsivo. a medida que espalhava as pancadas pelo rabo e pernas o choro e gritos aumentavam. Ja os desenhos no rabo eram bem visíveis quando o choro passou a um lamento e o teu corpo serpenteava vagarosamente. Tinhas atingido o subspace. Parei e fotografei o teu corpo marcado. Fotos lindas. Como o gengibre ainda fazia efeito, agarrei num chicote e ritmada-mente fustiguei as tuas costas. Os gemidos iniciaram, as convulsões pré orgásmicas apareceram, levando-me a parar. Hoje queria que atingisses a loucura total. Não era a primeira vez que acontecia ejaculares seguindo-se uma apatia muito grande ou ate mesmo o desmaio. Era o que pretendia hoje, levar-te aos limites.
   -Pousei o chicote, agarrei numa fita e puxei com força. mordeste a gag. Fiz o mesmo as restantes que vieram cheias dos poucos pelos que tens na cona e cu. Depilação completa. Tirei o gengibre. tinhas um lago debaixo de ti e os lábios inchados. Mais fotos.
    Resolvi usar a bomba de vácuo na cona. Suguei ao máximo. Contorceste-te de dor. Vazei, aliviando-te por pouco tempo. Repeti o processo 5 vezes. Quando parei e tirei o aparelho, alem os lábios vermelhos, o clitóris sobressaia deles, inchado e imponente. Mais fotos.
     - Para finalizar, com uma faca, bati varias vezes na cona dorida e no clitóris. Apesar da dor os gemidos e contorções informaram-me o quanto pronta estavas para te vir. Bati mais algumas vezes com a faca.
     - Substitui a faca pela minha mão e fodi-te com ela brutalmente, enfiava ate aos nos dos dedos, com rapidez e força. Vieste-te como uma cascata, molhaste a cama, os meus braços e as pernas. Após uns longos segundos, desmaiaste. Um sono profundo, calmo. Não resisti em usar-te. Bati uma punheta e esporrei-te a face a vista. deitada de bruços, escorria a minha esporra na direcção da tua boca e queixo. Quando acordares sentiras o meu cheiro em ti, estas marcada.