quarta-feira, 30 de dezembro de 2020

Orgasmo com masturbação, massagem e foda anal

 Anteontem a noite deitamo-nos e de imediato me deste as costas para coçar e massajar. Um vicio que ficou desde que nos conhecemos. Apertões fortes que te esmagam as mamas e as costelas, tirando-te o ar, molhando-te toda entre as pernas. Entretanto, a cada intervalo dos apertões e massagens, as unhas rasgam vagarosamente as tuas costas, ao que reages com tremores vocais e serpenteares de gozo dolorido, de tesão pura. 


Despindo as cuecas, encosto o caralho ao teu belo e grande cu, alem de um vibrador que te estimula a entrada do mesmo. Sinto-te a acariciar o meu caralho, com destreza, e gradualmente com mais força, em simultâneo com a pressão do teu cu no "magic one". Tornas as massagens no caralho mais eróticas, a esfrega e apertões sucedem-se assim como os teus gemidos. O cu força de tal forma o vibrador que aproveito para substituir pelo meu caralho. Quando sentes a cabeça, paras as forças e começas a lamentar a dor e incomodo. Sem o tirar o caralho da entrada, meto a frente o vibrador, que te estimula a cona e ao mesmo tempo o caralho, vibrando fortemente. Junto com a tua mão no grelo, a vibração do vibrador e no meu caralho, a tesão em ti volta, mas de forma mais intensa que antes, levando-te a enterrar o caralho todo, facto que aproveitei para fazer vai vem fortíssimo dentro de ti que rejubilavas de tesão e desejo, ate que, no meio de palmadas vieste-te, fortemente. 

O meu entusiasmo e cortado pelo teu pedido para parar. Tinhas-te vindo e de imediato o medo e as "dores psicológicas" voltaram. Então tirei o caralho do cu, limpei com toalhitas e enfiei todo na cona, com grito de dor teu. Foi tão forte que me leva a pensar ser dor com muita tesão, ou muita tesão com muita dor, ou qualquer coisas assim. O facto e que te fodi fortemente, estava com muita tesão e fui interrompido no cu, levando a que gozássemos os dois. 

quarta-feira, 18 de novembro de 2020

REGRESSO II

 Chegamos a casa, tomamos banho e fomos petiscar. Um hambúrguer no pão e um copo de vinho (casal garcia), foi tudo de bom naquela hora. Embora o frio apertasse, estávamos quentes, até pelas ocorrências do dia. Um filme amador de um casal, também sadomasoquista ajudou a fazer tempo de digestão. A partir dai foi  a ida para a cama, a preparação da cena e o começo. 

De 4, ofereceste-me o órgão que mais me excitou o dia todo: O rabo. Iniciei com a palmatória, aquecendo a zona, as pernas e as costas. Cansei-me. A vermelhidão aparecia suave, queria aquele majestoso volume rubro. Fui em busca de um chicote novo, com as tiras de cabedal grossas e compridas.  Apaixonaste-te por ele. A pancada é forte e certeira, inclusive puseste um elástico a unir as pontas o que origina uma pancada mais dolorosa. Pois se querias dor, dar-ta-ia.

Peguei na cane e apliquei uns quantos golpes. Pediste mais velocidade e um pouco menos de força. Fiz-te a vontade. Sabia que o pedido levaria a um orgasmo, pelos movimentos do teu corpo. Além disso os vergões apareciam bem nítidos. O rabo inchou, as nádegas separaram e foram aparecendo à minha vista os lábios da cona e o cu, cobertos ainda pela cueca subida. Bem, cobertos é um exagero porque a cueca estava entre os lábios, húmida e só um fio passava no olho do cu. Tudo o resto tinha sido absorvido.

                                                                                                                                                                      

 Gingavas e oferecias o traseiro às pancadas que já eram dadas com duas canes, alternadas ou em simultâneo. Os gemidos que te são característicos, aumentavam de tom. Mas, mais uma vez, parei. Um corte de luz, na altura, cortou também o crescente entusiasmo. Passados uns dez minutos, quando a iluminação voltou, tinhas arrefecido e estavas dorida. Não restou outra alternativa que te levar ao orgasmo através  do toque mais sexual. Assim o fizemos. Após aqueceres com uma punheta a mim, aqueceres em termos físicos e psicológicos, voltaste-te de costas e apontaste o caralho a ti. Primeiro ao cu, mas como a dificuldade era muita e a paciência já pouca, desviei e entrei todo em ti. Gritaste, tentaste empurrar-me para trás. Recuei, mas não muito, voltei a entrar como que enraivecido. Aí, apesar do grito, já te empurras de encontro a mim, dava-te palmadas muito fortes pelo corpo todo até que, entre vários espasmos vieste-te...De tal forma que nem te apercebeste que eu próprio tinha-te enchido de esporra. Foi um dia que quero repetir. Cheio de situações novas e que temos de alimentar. Quero que te venhas de todas as maneiras possíveis e que chegues a casa envergonhada e cheia de tesão por seres tão exposta. Tenho-te como minha, sabendo que o és enquanto quiseres. Então uso-te da maneira que mais me apraz. 


REGRESSO

 Boa tarde a todos os nossos leitores. Paramos os nossos contos durante uns meses, não por não termos nada para contar mas por falta de motivação para escrever. Agora mais libertos de compromissos e com o confinamento mais ou menos imposto, voltamos a inserir neste nosso espaço, aventuras passadas. Esta aconteceu ontem.


     Fomos ao Alentejo. Entramos no barco de Setúbal para troia e logo ai filmamos e fotografamos a travessia, muito diferente do que me lembrava. Alem dos barcos serem outros, mais bonitos e práticos, os cais estão diferentes e o de troia noutro ponto. 

Saímos do barco em direção a Sines, passando por todas as prainhas no caminho, Melides, Santo André, Comporta, etc... Não paramos em nenhuma ate porque estava frio e a distancia os parques ate a areia era grande. Mas divertimo-nos. Ela linda como sempre, levava uns apalpões amiúde, mas continuava vestida como saiu de casa. Fomos almoçar, não sem que antes, vendo as cuecas mal posicionadas, não as puxasse para cima por dentro do vestido, enfiando-as no rego as nádegas e na coninha.

Almoçamos uma espetacular mariscada no restaurante "Dona Bia". 

Acabado o almoço, entramos novamente no carro  seguimos caminho até Sines. Ela adormeceu mais de uma hora.

Chegados a Sines, paramos em frente á baia, fomos beber um café, fumar um cigarro e desentorpecer as pernas. Sentados na esplanada queixaste-te que o soutien te estava a apertar muito. Levantei-me e perante todos e a tua vergonha, meti a mão pela parte de cima do vestido e posicionei os colchetes mais afastados. Apesar de surpreendida e envergonhada, confessaste sentir alivio. Disse-te que no carro, na viagem de volta, irias despir o vestido, ficando só de roupa interior e irias assim ate casa.  Riste-te mas nada objetaste.

A caminho foste-te despindo, ficando unicamente com a roupa interior, um casaquinho de malha muito aberta e umas meias de rede. Puseste os pés em cima do tablier e, com o ar condicionado ligado, vinhas toda feliz. Mandei-te puxar de novo a cueca para cima o que fizeste de imediato. Como viemos pela nacional para Setúbal, parei o carro na estação de serviço de aguas de moura. Aflita questionaste-me. Não estavas em condições. Mandei-te calar e fui buscar um café e uma água, deixando-te dentro do carro no pequeno parque da estação, entalado entre dois carros. Voltei com o café e a agua que te dirigi pois já tinhas manifestado sede. Abri a porta do carro até a primeira posição o limitador, deixando-te um pouco exposta e fumamos um cigarro, enquanto bebias o café. Apercebi-me de que ficaste aflita e, ao olhar na direção que olhavas, percebi o porque. Vinha o dono do carro do lado da tua porta. Encolheste-te ligeiramente, envergonhada e penso eu ao mesmo tempo excitada. Como o homem fazia esforço para disfarçadamente ver a tua beleza, abri a porta para a ultima posição do limitador, expondo-te assim totalmente, olhando para o homem fixamente. è a minha faceta de homem protege a sua fêmea e ao mesmo tempo gosta da exibir. Dá-me tesão a situação. è uma sensação de posse, poder, de Dono que usa o que é seu, da maneira que lhe apetece. Ela estava vermelha de vergonha mas também creio que os calores lhe subiram. Ele meteu-se rapidamente no carro e abalou. Creio que uma punheta quando chegou a casa deve ter batido. Ou então foi a mulher que pagou. Ainda assim fico contente por ter contribuindo para  a felicidade de alguém.  

Após essa cena, fechei a porta, entrei no carro e disse-lhe que ainda faltava uma tarefa até casa.

Perguntaste-me se ia pelo centro e Setúbal, com aquela roupa e dizendo-te que sim, depressa também te disse que isso não era a ultima tarefa mas sim uma normalidade. Não disseste mais nada e segui. Entrei em Setúbal já perto das cinco e meia, hora de ponta, já a escurecer mas ainda não totalmente escuro. Claro que varias pessoas viram como ias vestida. 

Segui caminho e parei numa fonte existente á saída de Setúbal, perto da Decatlon. Estava frio. Mandei-te sair do carro. Queixaste-te que estava frio e o chão enlameado. Ordenei que saísses e te esticasses, fingindo não ouvir as tuas queixas. A tesão era muita. o caralho incomodava dentro das calças.




Tirei três fotografias contigo ali exposta, puxei as tuas cuecas com força antes das fotografias, passando carros. Se já estava entusiasmado, pior fiquei. E tu também, segundo me apercebi. Uma mulher é sempre exibicionista, gosta de ser apreciada e elogiada, nem que seja com um olhar.









Depois então sim, fomos para casa. Só que entraste ao portão como estavas e foi uma felicidade não estar ninguém nas redondezas. à noite foi outra historia.

                                                                            


sexta-feira, 31 de julho de 2020

Ao ritmo da porrada


    -Sozinhos, entesados, comiamos uma refeição ligeira, já com a noção que íamos ter uma noite de excessos. Vimos um programa na televisão, sobre a prostituição e acabado, dirigimo-nos ao quarto. coloquei uma almofada a meio da cama, prendi-te os braços ao longo do corpo e na cintura, e coloquei-te a venda

  Iniciam as hostilidades com um chicote fraco, aquecendo as tuas costas, rabo, pernas e pés. A tua reação dócil e submissa estavam a agradar. Um suspiro mais longo deu-me a liberdade de largar aquele chicote e pegar na cane.
     -Iniciei com pancadas leves no rabo, dando espaçadamente uma mais forte que te fazia gritar. Estive naquilo uns largos minutos e, ao passar a mão na cona vi o quanto já estavas molhada, levando dois dedos a tua boca e enfiando a força, para que provasses o sabor que de ti emanava.
    -Larguei a cane e apanhei o chicote de silicone, dando com ele nas costas e rabo com alguma força já, provocando-te algum choro e lamúrias mas também contrações de prazer. Parando com ele, entra a baila a escova de aço que te "penteia" a pele e também te perfura várias partes do corpo. O choro continua e os gritos ressurgem a acompanhar. A tesão falava alto nos dois.
     -Quando vi a pele bastante perfurada, parei e fui buscar álcool para te "desinfectar", lançando sobre ti larga quantidade que te fez sofrer, o que não acontece amiúde. Não sei, não percebi se foi nas feridas ou quando algum do excesso desceu pelas nádegas e entrou em contacto directo com cu e lábios da cona. Mas o sofrimento que te causei também aumentou o teu prazer, demonstrado pelo choro acompanhado de contrações corporais denunciando a proximidade do orgasmo.
     Voltei a pegar na cane e bater com ela no teu rabo, segurando-te pela cintura. Os espasmos aumentam, o choro aumenta, o corpo estremece, juntando-se convulsões no choro e tosse, dificuldade em respirar. O corpo torce-se e achei ser a altura de parar e te libertar. Sei estares quase no orgasmo mas também que a falta de ar me assustou um pouco.
    -Desatei os pulsos  libertei-te e abracei-te até acalmarem um pouco.
    -Pouco tempo depois olhas-me e fazendo beicinho queixas-te do meu riso e alegria. Não percebeste o porquê, vi que estiveste quase a vir, o quanto estavas mal. Ver que estavas recuperada claro que me fez sentir bem.
    - Pus-te de 4 e iniciei a penetração. Ainda estavas humida mas sentiste dor quando o caralho estava um pouco dentro. Tentamos algumas vezes sem sucesso. Então voltei-te de frente, abri as pernas e bati devagar com as mãos na coninha que se regalava. Os batimentos foram subindo de força e velocidade ao ritmo que os teus gritos, gemidos e subidas pélvicas aconteciam.
 O inevitável orgasmo chegou em forma de jacto, uma ejaculação  arrancados de ti devido a tanta tensão acumulada.
    Mas ainda faltava eu. Então deitei-me atrás de ti e verificando que as dores no interior da cona desapareceram, relaxaste com o orgasmo, passei a foder-te com toda a minha alma e força. Mais um orgasmo teu, ainda muito forte, e o meu em simultâneo que nos deixou aos dois exaustos e satisfeitos. 

segunda-feira, 27 de julho de 2020

Passeio do caralho

Mandei que te vendasses. Já estavas sentada no carro, vestida com uma lingerie, aberta entre as pernas e um casaco fino que te cobria até meio da perna, deixando parte generosa das mamas a mostra, deixando o imaginário descobrir o resto.compunham o ramalhete uma pintura suave, a tua coleira fininha ao pescoço e uns sapatos de salto alto. Olhei-te e orgulhoso pensei na qualidade da puta que me acompanha. Dei um beijo apaixonado e segui com o carro.
     Mandei-te masturbar, proibindo que te viesses. Dei as tuas mãos um vibrador, que agarraste com sofreguidão e encostaste ao clitóris, desde logo gemendo. Estavas cheia de tesao, depressa penetrando dois dedos em ti. Reparei facilmente que pelo andar da carruagem não estavas a pensar obedecer a minha ordem. Parei o carro, puxei-te para fora, mandei que abrisse as pernas e dei-te vinte chicotadas, fortes, espaçadas, fazendo com que as vontades, avisando que se te esquecesse voltava a primeira. Contaste as chicotadas bem até as onze. Aí perdeste-te. Avisei que ia reiniciar. Queixaste-te um pouco mas estava inflexível. Continuei e desta vez contaste as vinte seguidas, as últimas já choravas. Acabei e dei um abraço, um beijo e falei o quanto eras corajosa. Entretanto alguns carros passaram na estrada, bem perto de nós e acho que isso te assustou um pouco. Perguntaste onde estávamos e respondi que não tinhas que saber. Devo dizer porem que devido as chicotadas não notaste mais alguns, um até apitou, embora não vissem o que se passava. A nossa excitação estava em altas. Quando te voltei a beijar antes de partirmos, ainda encostas te o corpo a mim e tentaste roçar ao que te dei uma chapada e encaminhei para o banco, pondo o cinto, fechei a porta, fui para o meu lugar e partimos novamente. Pediste o vibrador que te neguei. Tentaste por as mãos na cona. Agarrei nelas com uma mão e proibi. Mas quando estas com tesão, nada a fazer. Então parei o carro, algemei-te as mãos, passando as algemas pela coleira. Se fizesses força certamente rebentavas com ela mas mantiveste-te assim até parar novamente. Tirei as algemas retirando também a venda. Estava estacionado debaixo de um candeeiro tendo os frequentadores de café de Alfarim visto como vinhas no carro.
    Peguei num mão tua e ajudei que saissess do carro, andando altiva até ao café. Sentei-me na mesa e mandei-ir buscar um café e uma água. A imagem era linda. Rebolavas as ancas com o andar e o casaco quase fazia aparecer a dobra do rabo. Eras o centro das atenções. Olhei os vários frequentadores, avisando com o olhar seres a minha cadela. Alguns baixaram e desviaram o olhar, outros só olhavam disfarçadamente. O meu gozo era visível no meu rosto.
    Chegaste com as bebidas, contornando a mesa para me servires. Corrigi e disse que me servisse na outra ponta. Respondeste que assim fica as com a polpa a mostra. Sorri e respondi, "e então, qual o problema?"
    Sabia que poucos carros passavam e não estavas tão esposa como isso, mas gostava de ver a tua vergonha mesclada de tesão. O espírito exibicionista que tens tinha que ser alimentado.
    Bebemos e saímos, claro que seguidos( mais tu que eu) pelo olhar de tesão daqueles homens.
    Entramos no carro e arranquei na direcção de um sítio que tínhamos há alguns anos aproveitado para muito sexo. Quando o encontrei verifiquei não estar muito diferente, dando a possibilidade por ser um pouco alto de controlar o que nos rodeava.
    Mandei-te fazer um broche. Obediente lancaste-te sobre o caralho e iniciaste uma chupeta como só tu sabes. Meti os dedos junto ao teu cu e passei sobre a cona para os lubrificar. Estavas bem molhada. Encostei dois ao teu cu e círculo nele como gostas. Chupavas e lambidas sabiamente até sentires os dedos no cu. Aí, esmeraste-te na chupadela, tornando muito difícil aguentar-me. Enfiei os dedos com alguma força na esperança que parasse com a dor. Assim aconteceu. Refilaste um pouco e meteste novamente a boca, juntando as mãos numa punheta rápida. Tinha que te parar.
   Mandei que pudesses o cu de fora. A cane iniciou uma série de pequenos batimentos, fracos. Mas com o teu medo dela, o sofrimento psicológico atiçou o teu instinto e ouvi o chapinhar que agora saia de ti.
    Meti a mão dentro da cona, encostei-te ao banco do carro e fodi rodemente, causando alguma dor mas muito mais prazer. Quando senti pouco depois que te isso vir, apertei o pescoço e esperei o fim das convulsões do forte orgasmo para aliviar. Caíste prostrada no banco com mãos e pernas soltas, arfando.
     Acendi um cigarro e esperei que recuperasses.
   
     

quinta-feira, 23 de julho de 2020

Massagem e sadismo



     Ao jantar, agarrando-te na mão, disse  que iria tratar de ti. Encolhesse os ombros, como não acreditasses mas ao mesmo tempo incentivando-me, desafiando.
    Mandei-te fazer café para os dois e,o teu com agua mais fria um copo de aguardente velha e que tomasses o teu café sentada aos meus pés.
    Assim fizeste, serviste o café e a bebida e sentaste-te entre as minhas pernas. Abri o fecho mandando que bebesses o café através do meu caralho, molhando e bebendo.
    Iniciaste então um excelente broche, o café ia ao longo do caralho e era absorvido pela língua que me limpava. Chupavas a cabeça e lambidas até aos colhoes.
     Quando acabaste o café, mandei que te deitasses de barriga para baixo, nua e com uma almofada nas ancas, que te subisse o quadril.
      Fui lavar as mãos, apanhei o óleo de massagem, aproximei-me das tuas costas despejando um pouco que escorria. Prendi os teus braços ao longo do corpo.
    A massagem iniciou-se, desta vez diferente das habituais. Os dedos pressionando as omoplatas, lentamente, entrando no teu corpo mais profundos. Apesar de alguns ais, isso ficando mais motivada, gemidos de prazer saiam da boca, a medida que mudava de sítio no teu corpo.
     Das omoplatas passei as costas, saltei para os ombros, fui a cintura. Tudo lentamente, com força, sem pressa, confesso que estava cheio de tesão e mais fiquei quando olhei entre as tuas pernas e, além de serpenteares um pouco, a almofada já mostrava entre as pernas uma mancha do teu prazer.
     Resolvi dedicar-me ao rabo, vários pontos pressionados e os gemidos a aumentar assim como uma agitação no teu corpo procurando movimentar os braços sem conseguires. Ao ver essa aflição, mais excitado fiquei. A massagem prosseguiu pelas pernas, uma de cada vez, até os pés. O sexo não tinha sido tocado. Os teus gemidos subiam de tom. Mais de uma hora tinha sido dedicada ao teu corpo sem que te viesses e provocando em ti sensações fortes que o teu corpo me informava.
    Deixei a massagem. Vendei-te e fui buscar uma cana de bambu, açoitando o teu rabo vagarosamente, sem ímpeto. O serpenteio do corpo aumentou conforme a cane batia. Bati muitas vezes, sem força, estimulando toda a região do rabo que estava vermelha, sem negros. Esses seriam mais tarde.
    Parei a cane e o chicote desceu sobre as tuas costas. Também suavemente, esperando o momento que pedisses mais forte. Após várias chicotadas não aguentaste e fizeste o pedido, com voz embargada pediste com força. E eu parei. Estava na hora dos estímulos fortes.
    Novamente a cane entrou em acção. Agora já menos leve mas com ritmo. Os gritos surgiram quando uma caia mais forte, o corpo tremia, mas impassível continuava o estímulo que tanto gostava.
     A força aumentou nas últimas dez, um grito por cada uma e a tentativa de fuga. Como tinhas uma mão minha sobre ti, apesar das tentativas de te desviares, não o conseguias. De repente tudo parou, as minhas mãos voltaram a massagem com óleo no rabo. O choro teu era um incentivo para continuar o batimento mas simultaneamente o pouco racional que tinha em mim resolveu parar com a cane e passar ao chicote nas costas.
    Chicotiei com força moderada, até sentir o corpo com sinal do orgasmos aproximando. Aí, a força e cadência aumentaram de tal forma que num grito violento de "NAOOO", o teu orgasmo foi uma realidade, torceste o corpo com mais duas fortes chicotadas, até parares completamente inerte.
    Larguei então os artefactos, tirei os lenços que te seguravam os braços e voltei-te com a barriga para cima.
   Abrindo as pernas mergulhei sobre a tua coninha encharcada e iniciei um minete num misto de beber os teus sabores e língua no grelo.
     Talvez pela sensação de liberdade que tiveste após tanto tempo limitada, agarraste na minha cabeça, fazendo força na direcção da tua cona, desespero que aproveitei para algumas dentadas mais fortes nos lábios. O teu estímulo foi de tal maneira que, após chupar os lábios e lamber o clitóris tiveste outro soberbo orgasmo com gritos descontínuos, uma libertação que senti em ti. Acho que desmaiaste, pelo menos senti que não reagias. Tomado pelo desejo de tamanha fêmea, saltei sobre as tuas carnes e penetrei forte. Todo o caralho entrou de uma vez, várias vezes repetido, talvez acordando-te pois a uma certa altura pediste que me venha e eu fiz a vontade, enchendo-te do meu mel que, tirando com o dedo te dei a lamber.
    Beijamo-nos apaixonados após uma maratona de sexo.

terça-feira, 14 de julho de 2020

Cadela na arrecadação (1)

Solto as amarras e sento-te numa almofada grande que entretanto posicionei quase por baixo de ti.
   - Estas fraca e cansada, nada melhor que te alimentar, dando-te leitinho a boca. Mas antes tens que o extrair. Meti o caralho na boca e deixo os movimentos para ti que lentamente o chupas e engoles. Mas gulosa e viciada como és não tarda nada e o que era lento passou a rápido e sofregamente chupavas com velocidade muito elevada. Metes as mãos e levas de imediato uma chapada. Não quero mais. Agarro nelas e ponho nas minhas pernas. Agarro no cabelo e fodia-te a boca, parando de vez em quando no fundo, provocando baba em grande quantidade. De vez em quando além de meter todo pela garganta, ainda te aperto o nariz um pouco, largando para que respires avidamente na procura de ar. Até que o inevitável acontece e encho a tua boca de esporra que te apressado a beber.
    Visivelmente cansada, deito o teu corpo com a almofada sob o rabo e chupo o cu, a cona( molhada) e o clitóris, apertando os bicos. A tesão e a dor em ti fazem com que grites e extremesses. Mordo os lábios e dpo palmadas na barriga e nas ancas. Mais uma vez perdida, meti o sugador que puxei ao máximo, ligando os eléctrodos, relativamente baixos. Gemes de cansaço e tesão. O sugador vai trabalhando, puxando o grelo e os labios, gritas de dor, está sensível toda a zona. Tiro o sugador, encho a mão de óleo e começo a penetrar a cona devagar, um dedo, depois dois, chegando aos 5. Aí paro os cuidados todos e passo a foder com a mão toda, vendo-te perto do orgasmos. Aumento a intensidade dos eléctrodos e intensificou a entrada e saída da mão até que te vens e desmaiada, encharcado o chão. Deixo-te ali, vou para casa, e ficas num sono calmo.
   Quando açordas vais ter comigo e beijas-me os pés subindo ao caralho, até um beijo na boca, dizendo " obrigado Dono, precisava disto. Comes QQ coisa e aninhas-te a meus pés ,adormecendo com as minhas pernas por cima de ti.
   

sexta-feira, 10 de julho de 2020

Cadela na arrecadação

Tudo pronto. As correntes suspensas só tecto, as pulseiras e perneiras ajustadas, assim como a cintura apertada. Tinha-te levado vendada até a arrecadação recentemente limpa e preparada para a sessão. Para preparação despi o teu vestido e deixei só o fio dental. Tremias um pouco de emoção agora atada, mas mexendo nos teus lábios da cona fiquei com os dedos molhados. Levei a tua boca que os abocanhou e sorveste o teu sabor.
    Peguei numa vela e lancei um bom bocado de cera em direcção a omoplata direita. Gemeste, torceste, gingaste o cu. Nova vela, cera jogada na omoplata esquerda. A respiração pesada, um leve gemido.
    Afastei-me suavemente, agarrei no chicote longo e uma chicotada, não muito forte, abraçou o teu corpo. Um círculo avermelhado surgiu de imediato junto ao rabo. Outra chicotada, novo círculo, ficando onde a ponta te bateu mais marcado e o teu corpo torceu-se para a esquerda, em busca de alívio. A próxima chicotada foi dada na direcção inversa, batendo a ponta no outro lado do teu corpo. Fui alternando as vinte até ficares com a parte da cintura, a frente e a parte de trás marcadas, além de vinte pontos, dez em cada lado,  ensanguentados. Choravas mas o teu corpo continuava numa dança sem música.
    Agarrei um chicote mais curto e dei dez chicotadas não muito fortes na cona, onde o choro cessou substituído por gemidos de prazer. O chão por baixo de ti era a pouco e pouco preenchido por gotas do teu prazer.
    -Como as velas já tinham novamente cera derretida, agarrei em duas e vazei cada uma num lado das costas, tendo como resultado gemidos teus e um risco das costas até as pernas. Pousei essas duas e fiz o mesmo na frente, despejando outras duas nas mamas, correndo dos bicos até as virilhas. Um gritinho teu encheu-me de prazer. Estavas entregue, o estado sexual era alto. Aproveitando a deixa dei vinte chicotadas em cada omoplata partindo parte da cera agora já fria.  Baixei um pouco o chicote e foram as costas as próximas vítimas. Mais vinte chicotadas alternadas em cada lado. As mais fortes faziam-te gritar.
   Fui para a tua frente e as mamas tiveram a atenção do chicote mais fraquinho. Dei umas quantas só para partir a cera, era mais o teu medo que o impacto.
    Agarrei na palmatória e dei na barriga, rápidas sucessões de pancadas que não te façam tempo de pensar. Parei na barriga e fiz nas pernas. Dizias não mas continuava, até porque as pernas tremiam muito.
    Novamente parei e de novo levaste um banho de cera quente que te arrepiou. Os bicos das mamas rígidos. Direccionei um copo de cera para a cona e brindei-a com uma quantidade brutal. Tinhas a cera a envolver o clitóris, os lábios e o interior das pernas.
    Agarrei o chicote de aço e passei em frente ao teu nariz. Gostas do cheiro e quis que soubesses qual o próximo instrumento.
     Dei cinquenta chicotadas em cada nádega, alternadamente, ficando elas duras e vermelhas. Isso ficar marcada. Mas mais que as marcas físicas eram as mentais. O ritmo com que te dei deixou-te em sub-space, estavas unicamente suportada pela cintura e braços, já não choravas, só gemias. Mas um gemido anormal, choroso sem ser choro, como se não estivesses presente.
    

quarta-feira, 1 de julho de 2020

Fist e punheta

Deitados, altas horas, brincávamos com nossos corpos e com palavras. A minha cadela estava entusiasmada, não só com o broche e punheta com que me tratava mas também com toda a panóplia de nomes que lhe dirigia.
    Enquanto se debruça sobre mim de quatro, continuando o que estava a executar, meti uma mão junto ao cu, outra nas costas e massajava as duas partes.
    O cu piscava convidando a penetrar um pouco e não me fazendo rogado enfiei dois dedos a pouco e pouco, indo com os outros verificar a humidade da coninha. Estava muito molhada o que me fez tirar os que tinha no cu, molhar e de novo enterrar no orifício anal. Mas ficou na minha mente a humidade grande da cona.
    Agarrei em óleo e besuntei largamente toda a zona. Massagei um pouco e introduzi parte da mão na pachacha iniciando um vai vem lento.
Enquanto elogiava os seus dotes de puta, metia mais fundo e sentia que tirou o boca do meu caralho a respiração era mais inconstante e profunda, apertando o caralho e fazendo mais força de encontro a minha mão.
   Os meu movimentos dentro dela em crescendo de velocidade originaram abandonar completamente o meu sexo, deitar-se de lado em cima de mim e arranhar-me, com até alguma força, empinando o cu. Vendo que o orgasmo estava eminente, meti a mão o máximo que consegui, com velocidade e brutalidade, gritos, gemidos e convulsões saiam da sua boca ate  encharcar a mão, deu 3 ou 4 pontes e caiu como morta em cima de mim. Bem, como morta não foi bem pois uma mão voltou a segurar o meu caralho, massajando devagar. Isto enquanto estava inerte.
    Após pouco tempo, ajoelhou-se e iniciou uma punheta com uma particularidade, pôs spray para as dores. O cheiro a mentol envolveu-me as narinas e o caralho parecia inexistente, depois da sensação de gelo.
    Mais uma vez me surpreendi. De repente um calor absurdo foi sentido no sexo, ondas de prazer invadiam-me enquanto o agitavas fortemente.
    O prazer era atroz e embora tentando controlar o orgasmo, uns minutos depois fui vencido. Mas não tinhas acabado os teus truques. Sentindo-me pulsar apertaste a parte de baixo com as duas mãos, pressionando, evitando que o sémen saísse. De vez em quando aliviavas  um pouco e via o encanto dos teus olhos perante, segundo me contaste depois, o tamanho do caralho e os pingos enormes que saiam. Estiveste bastante tempo nessa brincadeira que, apesar de se tornar algo dolorosa para mim, além de frustrante por não ejacular com a força pretendida, valeu todo o tempo pela cara de puta enebriada e alucinada com o que vias.
     Quando parou, limpaste toda a zona com toalhitas e, deitando-te em cima de mim disseste sorrindo "nem calculas o tamanho do teu sexo".
 


terça-feira, 30 de junho de 2020

Sexta-feira de excessos(2° e última parte)



    A língua trabalhava o teu clitóris dorido, fazendo-te gemer e torcer como há muito não via. Alagada, não só pelo tratamento actual mas também pelo anterior, bebia os teus doces fluidos de lubrificação, mordiscava os lábios inchados fazendo-te gritar passando a língua e beijando depois, enlouquecia-te na minha loucura. Passava os dentes no grelo ao que reagiste com impetuosidade, tanto nos sons como em movimentos de corpo, calcorreava com a boca toda a zona da cona enquanto uma mão a abria e a outra acariciava o peito.
    A certa altura as contrações tornaram-se violentas, juntando gritos e brindaste-me com um banho num orgasmo ímpar. Enquanto te vinhas eu insistia com a língua na cona, o orgasmo ou orgasmos não cessavam até que deste um esticão muito forte com o braço, talvez motivado pelo desespero das sensações e deste um grito diferente, um grito de dor queixando-te do pulso.
    De imediato levantei-me e soltei os teus braços. Procurei o spray para as dores, em desespero, vendo-te com dor agarrada ao braço. Que merda de fim, pensei eu. Como estava enganado.
    Apliquei o spray e deitei-me contigo nos meus braços, acariciando-te. Mas o spray deve ser muito bom pois, após alguns minutos já tinhas mão no meu caralho, batendo uma suave punheta.
    Foste descendo, encaminhando a boca para ele, sendo que 1° banhaste-o com óleo de amêndoas doces.
    A boca depressa o engoliu, não todo ainda e iniciaste um broche que me acendeu pela dedicação mas não só. A tua boca ardia, assim como o meu caralho estava gelado. Sem te apercebesses, a mão que me punhetava tinha o spray que e a base de mentol. O efeito do mentol e no princípio gelado mas quando ao fim de um tempo em zonas sensíveis parece queimar. Então além de teres a boca a ferver o meu caralho passou do gelado para o muitíssimo quente, uma sensação única de tesão. Depressa te avisei que me ia esporrar e optaste por manter a boca lá, recebendo grande quantidade do meu líquido, engolindo enquanto continuavas o broche.
   Continuaste suavemente os movimentos com a boca, percorrendo o caralho todo, sorvendo o sémen que era muito, deixando completamente limpo.
    Quando finalmente te cansaste, chegaste-te a mim, deste-me um beijo rápido e aconchegaste-te. Cansados mas felizes.

segunda-feira, 29 de junho de 2020

Sexta-feira de excessos (1° parte)



   Sexta feira foi véspera de anos de casados. O dia decorreu em grande harmonia. Fomos almoçar fora, a descoberta, e a tarde passou-se na calmaria. O tempo estava meio engonhado, ficamos em casa a ver filmes. Jantámos, por volta das 10 da noite pus um filme sobre BDSM, por acaso era a compilação de uma série passada na Índia mas em inglês. Ao fim de duas horas, interrompemos a série e fomos para o quarto. Aí começou uma das noites do ano. Foste à casa de banho e voltaste minutos depois com um babydoll muito excitante, o qual fotografei contigo em algumas posições. A tesão era muita, o caralho sobressaia nos calções e apesar de te ficar a matar mandei-te tirar porque tinha planos.
    Mandei-te deitar com a cara para cima e prendi os pulsos, depois as pernas abertas. Ficaste em cuecas. Vendei-te e iniciámos. O chicote beijou todo o teu corpo, mamas, barriga, pernas, nunca indo à cona. Deixei que o teu corpo pedisse, quando a excitação fosse demasiada, levantarás a cona e eu dar-te-ia quando quisesse.
    Passei à palmatória e bati com ela em diversas zonas também, e de seguida com o chicote de aço, com esse passando e picando junto as virilhas.
Quando te vi muito acesa, interrompi os batimentos e fiz uma massagem nas mamas, pernas, barriga, ainda evitando a coninha que dava para ver molhada através de uma mancha na cueca.
    "Aíiiiiiiiii", gritaste ao sentir gotas de cera sobre o teu corpo, tinha acendido uma vela sem que te apercebesses e vazava-a sobre ti, umas vezes afastada outras bastante próxima. O teu corpo serpenteava enquanto choravas baixinho.
    Parei com a vela, apaguei e agarrando no chicote voltei a dar-te com ele pelo corpo, aqui já incluindo a coninha que às cegas o procurava. Gemidos altos e fortes saiam da tua boca. Estavas enlouquecida e ainda mais ficaste quando te calquei com a escova de aço. Pediste para o fazer na anca e perna. Como sou obediente, foi lá que centrei atenções mas com tanta força que gritavas e pequenos sulcos de sangue irrompiam das zonas massacradas. Quando achei já chegar fui buscar álcool, só à segunda acertei porque o frasco que peguei estava vazio e tive de ir buscar outro. Como te riste, tendo álcool na mão, acaricie o clitóris com um pouco dele ao que gritaste.
    Para amenizar o sofrimento, entrou em acção o frasco com o líquido que faz vibração nas zonas sensíveis e liguei um pequeno vibrador na fenda. A loucura em ti era como se tivesses possuída, dava-te chicotadas em simultâneo, umas nas mamas, outras na barriga e muitas no monte de Vénus e por cima do vibrador. Tiveste várias vezes no quase orgasmo mas que uma dor mais forte impedia. Novamente a cera quente brindava o teu corpo assanhado e tu confusa com tanta dor e prazer misturados solucavas, gemias, gritavas, choravas, tudo ao mesmo tempo. Diverti-me bastante nesse tempo, só ver-te descoordenada, aflita mas muito entesada.
    Dei ordem para te vires ,tirando o vibrador e dando chicotadas em cheio na cona. Fizeste beicinho e disseste que não. Então sob um enxame de asneiras mandava e batia-te com o chicote  no clitóris e cona, mantendo tu a intransigência. Após uns minutos em que a dor já era grande e tu nada de te vires, libertei-te as pernas e tirando as cuecas, incidi a língua sobre ti.

segunda-feira, 22 de junho de 2020

Aniversário da cadela



 
60 primaveras. Data que tínhamos que comemorar a preceito.  Resolvemos sair, passear pela costa alentejana. Almoçamos por lá, um almoço bem regado e aí começaram as peripécias que fizeram o dia ainda mais especial. Após a ingestão de vinho em grande quantidade, a cadela ficou sonolenta e eufórica em simultâneo. E quando está dessa maneira tem atitudes inusitadas. Tive, por exemplo que parar o carro a meio do caminho para ela mijar. Até aqui tudo bem, o pior e que havia muito trânsito na estrada. Depois de resolvido o problema continuamos o caminho até uma aldeia onde paramos e novamente teve que urinar, neste caso num café.
   Dirigimo-nos a praia e ela nem levava biquíni, tinha umas cuecas fio dental e um sutien com atilhos que se espalhavam pelas costas. Tirou o vestido até a barriga e levantou até a cona. Tesão de mulher que aproveitei para fotografar, mesmo a conduzir. Pena a praia ter muita gente, senão tinha tirado o sutien e ido a água em fio dental. Fica para a próxima.

Voltamos para trás e a puta passa a fotografar-se a ela própria, a cona, pernas tetas, com as pernas em cima do tabliet . A tesão que eu tinha já estava a ser dolorosa e molhava-me as calças, pois como pormenor, não tinha cuecas. O caralho fazia força na calça de ganga e molhava-a. Enfim, parei numa outra praia e fotografei aquele belo cu no exterior. Ela estava eufórica de alegria e mesmo a passarem carros, levantou o vestido para que podesse fotografar, fazendo Charminho com a frase " se alguém nos vê", a qual caguei positivamente. Sei que como vaidosa que e, com sessenta anos excelentemente conservados e a tesão sempre nas alturas, e uma felicidade para ela expor-se. Tanto que a seguir, já no caminho começo a mexer na cona e a resposta dela foi, tirar o fio dental e abrir-se toda.


Dedilhei o grelo e zonas limites, mesmo a conduzir no trânsito de tal modo que nem se importou com os outros carros, fechou os olhos, cabeça para trás e pequenos gritinhos ate ter um orgasmo silencioso mas muito intenso, dobrando-se e fechando as pernas bem apertadas durante algum tempo. Acabou arrasada, cara de puta satisfeita, sorridente e cansada. Ia vestir a cueca mas ordenei que não o fizesse. Guardou dentro da mala e ainda fomos ao café antes do regresso a casa. Nesse café estava um homem que já não sabia como se havia posicionar porque ficando sentada de lado, com a racha enorme lateral, toda a perna até cima estava a mostra e vesse perfeitamente a ausência de cueca no caminho até ao café. Um dia muito aprazível.

quarta-feira, 17 de junho de 2020

Minha Senhora Puta


 
No trabalho continuo a ver fotografias tuas, uma em especial, com um vestido preto, absolutamente transparente onde se vê as pernas e o fio dental como se estivesses nua. E uma imagem linda que ativa a minha libido e me faz querer rapidamente e com avidez esse corpo nas minhas mãos. Passei o dia todo com essa imagem na cabeça, lembrando de como num café conhecido nosso, indiferente aos outros ou talvez não, roçaste o pé no meu caralho enquanto fazia festas na perna, na noite em que foste mecânica. Adorei ver-te ali em lingerie, deitada sobre o motor do carro, dos encostos no teu rabo que, caso não tivesses levado o body que levaste, levavas ali mesmo uma foda. E bom foder na rua, expostos a alguns perigos que nos aquecem ainda mais. E temos alguma experiência nisso. Quero-te mais vezes em modo puta, onde não tens barreiras e fazes-me de tudo sem preconceitos e te exibes com naturalidade e tesão. Lembro também as punhetas que me bates e os broches que fazes no carro, em especial um em que te vieste sem te mexer ao mesmo tempo que eu te enchia a boca de leite.

 
 Continuando com lembranças, recordo as vezes que te batia e bateste com o chicote na tua cona enquanto guiava. A tesão que ficas e tanta que facilmente te vens, em especial se te vendar e tendo o vidro do carro aberto relatando a quem passa e o olhar guloso que fica ao olhar as tuas pernas abertas em cima do tablet e as mãos freneticamente mexendo na coninha. Por vezes dás-me a provar o teu sabor com os dedos, em especial se te der umas boas palmadas e apertões nas pernas. Adoro quando te despes da Senhora e vestes a puta. Quero-te assim muitas vezes. Estou desejoso de sair do emprego...

terça-feira, 16 de junho de 2020

Bendita punheta

   Estávamos a ver televisão, eu visivelmente excitado, um vulto emergia dos calções, olhando os teus contornos através de uma camisa de noite transparente, onde se salientava o fio dental enterrado nas tuas carnes.

   De repente levantas-te e metendo um rebuçado de mentol na boca, diriges as atenções para o meu vulto, libertando-o do calção e enfiando tudo na boca. A boca em contacto com o caralho já e uma sensação magnífica, mas com o mentol, e verdadeiramente inolvidável. Tive um broche excelente, o caralho tanto sentia profundo calor como frio, quem nunca tentou, experimente, a tesão era imensa, a ânsia de me vir, quase dilacerante. O pau já deitava o líquido pre-orgasmo e a tua língua dentro do buraco dava sensações nunca sentidas de arrepios. Sucumbiria se não tivesses sentido as palpitações e não o tivesses largado. Com visível alegria pediste para não sair dali e foste ao quarto. Quando regressaste vinhas com um frasco de óleo lubrificante. Borrifaste com uma boa dose do mesmo, tanto as mãos como o caralho e iniciaste uma punheta com as duas mãos. Uma no sentido ascendente, outra no descendendente, algumas vezes a que ia para baixo acariciava os colhoes ao mesmo tempo que a do sentido oposto roçava na cabeça. Tentei manter a indiferença, pelo menos mostrá-las mas foi impossível. De mim saiam burros de tesão, a tortura/prazer já me baralhava as ideias até que, continuando a acção das maos, beijaste-me lasciva e aí esporrei uma quantidade de sémen enorme que se espalhou pela minha barriga, tuas mãos, pernas... Acabaste o trabalho lambendo o meu peito, limpando o que para aí tinha sido projectado e finalizando com um beijo e chupadela no caralho. 

segunda-feira, 15 de junho de 2020

Palmadas e chicotadas

   Deitados. Como sempre as mãos vagueavam pelo corpo do outro, acariciando. A chama acesa. Pedi que te posicionasses de 4 e mandei-te ler um dos meus contos em voz alta. No princípio envergonhada com os palavrões. Actos que fazes com prazer mas não verbalizas.  

Começaste o conto e eu iniciei as palmadas no rabo. Deixava-te ler um pouco e uma palmada.
   Se no princípio estavas envergonhada e por vezes dizias as palavras mais baixo, passados minutos, já por vezes as gritava quando coincidiam com outra palmada. O teu estado mudou para o oposto. Agora era a tesão que falava mais alto e até o teu corpo se retorcida quando a mão te batia. Rapidamente estavas próxima do orgasmo até que.... Fomos interrompidos por um telefonema de um familiar.



Quando o tlf toc
Sentimo-nos frustrados, interrompemos a sessão e atendemos o telefonema.
   Após desligar, fumamos e rimos um pouco da situação. Mostrei o chicote de silicone. Olhaste-o gulosa. Apagaste o cigarro e novamente de quatro, aguardas-te por mim.
    Dirigi-me novamente ao teu cu e chicotiei a princípio devagar, alternando as duas badanas. Acendendo com muita rapidez, entrando num semi-transe quando mais uma vez, outro familiar telefona... Família muito grande. Novamente interrompidos, a tesão estava alta, tinhas as nádegas muito vermelhas, e eu só me apetecia foder-te.
    Após desligar a ligação, deitamo-nos a masturbar mutuamente. Ainda te dei umas palmadas na cona mas com o desejo que tinhas só acendiam mais a necessidade de seres fodida. Largaste o meu caralho e puseste-te de lado
sendo como que violada na primeira entrada. Gritaste de tesão, mexias-te muito, a muito custo ia aguentando... Felizmente estavas em pontas e não demorou muito vieste-te molhando o lençol. Ao mesmo tempo descarreguei em ti, dentro de ti o meu leite. Ficamos prostrados, rindo da situação que tínhamos passado, interrompidos duas vezes.
    Sei que o meu orgasmo foi pujante e o teu molhado, intenso, vivido. Talvez as interrupções de vez em quando não sejam mas.
    

Cadela fodilhona


   Estivemos confinados muito tempo, a vontade de escrever não era muita, daí termos histórias a relatar, com lembranças cheias de tesão, que me deixam de pau feito.
    Num dia de confinamento, aproximei-me do sofá onde estavas, dando-te um beijo. Correspondente, tirando os óculos, mordiscando a minha língua e mexendo no meu caralho ainda dentro das calças. Puxei o cabelo levando-te a ajoelhar no sofá, de quatro e enterrei o caralho todo em ti, fodendo-te com muita força. Acho que posições difíceis sao mais saborosas.
   Levantei uma perna, pondo-te de lado e empurrei a tua cabeça de encontro ao sofá. Ficavas com esse maravilhoso cu ainda mais empinado e fodia-te mais intensamente e mais dentro de ti. Os colhões batiam tão forte na cona que chegaram a magoar um pouco. Mas nada importava, entortava-te, eras a minha marioneta, até que gemeste alto acompanhando-me nas batidas, a cona apertou o caralho fortemente e viemo-nos com violência. Foi uma foda magnífica onde foste extremamente submissa, onde sem pancada te dei o prazer mórbido que precisas ao te maneatar a minha vontade, fodendo-nos com violência brutal. Lembro ainda a forma como contraiste a cona ao vires o que me deu mais tesão. O abrir caminho e semelhante ao rasgar, como se te enrabasse na altura. Estou no trabalho com a picha tesa só de lembrar. 

Depois do trabalho...uma empreitada na foda

Enviei-te uma mensagem, ordenando que estivesses nua sentada na cama quando chegasse do trabalho. Queria parte dos nossos brinquedos espalhados pela cama.
   Quando cheguei, verifiquei estar tudo como ordenei, excepto o fio dental que tinhas vestido. Uma provocação que irias pagar caro. Deixei-te com a ordem de não te mexeres e fui tomar o banho.
  Acabei dirigindo-me ao quarto, ainda molhado. Sentei-me e deitei-te sobre o meu colo, fazendo com que sentisse o caralho, castigando-te o cu com 20 palmadas em cada bandana. Súplicas te que parasse mas a desobediência tinha sido tua e tinhas que aprender. Quando parei, meti a mão entre as tuas pernas e as cuecas estavam encharcadas, tal como a tua cara de lágrimas. Para te castigar mais um pouco, de um esticão rasguei o fio dental. Sei que te magoei um pouco mas tinhas que aprender. Com queixumes teus, mandei-te por de joelhos e enfiei tudo com força dentro de ti. Gritaste de dor e prazer. Gostei e tirei fora e meti da mesma maneira mais três vezes. Na última já o prazer tinha suplantado a dor e o gemido alto era tesão. Tirei de vez e mandei-te por em posição para mandares o caralho. Prontamente obedeces-te e antes de tu dar a boca, bati-te com ele na cara. Os teu olhos brilhavam.
  Mandei que pudesses as mãos para trás e começaste a mamar. Foi um broche tremendo. Estas nesta na arte do broche, tanto que tive de me esforçar para não te encher a boca. Salvou-me também o facto de tentares levar a mão ao caralho. Dei-te duas chapadas repreendendo-te pelo acto.
   Mandei-te por de frango assado com uma almofada a levantar-tr o cu. Segurei nas pernas e enterrei, sem contudo chegar ao fim. Nessa posição já te magoei e não queria isso. Procurei calmamente o caminho em ti, até o engolires por completo. Entretanto gemias. Foi então que enfiei desta vez tudo e com tudo, várias vezes. Gritava que te vinhas e deixei acontecer. Foi um orgasmo, aliás, vários que tiveste pois nunca parei de te meter. Vi como sua as e tremiam, meti a mãos no pescoço sofucando-te. Foi até sentir-se sem forças, quase a desfalecer que a tirei. A tua cabeça caiu na cama, ficaste estática, olhos que me olhavam docemente, um sorriso, dizendo" qualquer dia matas-me".

quarta-feira, 10 de junho de 2020

Cadela Doida




     A minha cadela e doida. Completamente maluca. Hoje começou com um broche cheio de técnicas, não um vulgar, com lambidas nos colhões, no membro, engolir todo, mamar a cabeça. Um belo broche. Passados alguns minutos obviamente estava para me vir. Nem o facto de estar a beber uma cerveja impediu o pré-orgasmo, onde a muito custo impedi o momento final. Dei-te uma forte chapada. Ficaste abismada a olhar para mim. Creio que era mais uma coisa de mulher, charme.. Voltando-a, agarrei as pernas, abri e mergulhei na cona molhada, apesar das tentativas de me empurrares com pernas e braços não me afastei. Como castigo mordi fortemente o teu lábio esquerdo. Soltaste um grito e levantaste a pélvis, acompanhando a dentada e puxão simultâneos. Passei a língua no mesmo lábio e a tua reação foi de um suspiro de prazer, em especial quando cheguei ao grelo e o apertei com os lábios. Agarraste-me no cabelo e forçaste a cona em direcção a minha boca. Estavas quase a vir-te. Imediatamente me levantei e deixei de te lamber. Refilas contrariada e dizes-me, "vou masturbar-me, preciso de me vir". Voltei-te de cu para mim e enchi de palmadas, com força, a mão já estava vermelha mas não parava, o cu rosado tentava fugir das palmadas mas não permitia, já não te masturbavas, tentavas proteger-te sem o conseguires. O choro convulsivo não me impedia de continuar a castigar as nalgas.
   Parei e voltei-te novamente de frente, enterrei o caralho de uma vez, ao que gritaste com com todas as forças. E uma dor que te da prazer, como demonstraste ao fim de tres invasões, onde me agarraste fincando as unhas no meu rabo e beijaste como se quisesses chupar-me para dentro de ti. O orgasmo aproximava-se a passos largos de ti, dai te voltar de costas, pondo-te de 4 voltei a meter com tudo. Empurraste o cu mais forte para mim e eu fodia-te com tudo, o barulho que os corpos faziam ao embater era forte, ate que acabaste de por te vir, caindo extenuada. Como eu não me tinha vindo ainda e queria prolongar um pouco mais aquilo, novamente te voltei de frente e mergulhei sobre a coninha, bebendo o teu liquido magico e chupando-a, grelo, lábios, abaixo do grelo, lambendo toda a zona na busca de um novo orgasmo. Agarraste-me no caralho e apertaste, sinal que já estavas novamente próximo do orgasmo. Sinal porque quando estas la perto não consegues masturbar-me, chupar ou algo assim. So agarrar com força, o que me da uma tesão enorme sem que me faça vir. O orgasmo veio, sentido, luxurioso, forte. Largas-te o caralho quedando-te numa respiração profunda e deitei-me a teu lado com muitas caricias. Agarraste novamente no caralho e bateste uma punheta. Quando sentiste as palpitações dele,  deitaste a cabeça em cima da minha barriga e chupaste a cabeça ate eu me vir. Engoliste a maioria do meu mel e apressaste-te a engolir o caralho, limpando-o soberbamente. Foram umas horas de sonho. Sem grande brutalidade como gostamos mas intensa e cheia e amor e paixão. 

quarta-feira, 3 de junho de 2020

Tarde louca

   

   Chego a casa. Transpirado devido a temperatura alta que se faz sentir mas muito mais pela tesao.
Sugeriste pelo telefone ires esconder-te para que te procurasse apos o meu banho.
E obvio que pedias que te castigasse fortemente pela simulaçao de nao estares em casa, nao receberes o Dono como e costume. Foi bem idealizado.
    -Apos banho tomado, fui descascar um gengibre e apos, encontrei-te onde supunha, no anexo com carinha de puta, sorridente e fingindo decepçao, perguntaste o que eu estava ali a fazer. Mantendo-me serio, agarrei-te nas maos e prendi uma a outra com fita cola, deitando-te no colo. Dei-te 20 palmadas no rabo, distribuindo-as equitativamente e separando-te as pernas, que ja escorriam a tua seiva, enfiei fortemente de uma vez o gengibre. Gritaste e tentaste expulsar o que tinhas dentro de ti. imobilizei-te com um braço e com a outra mao passei diversas tiras de fita desde o monte de venus ate ao cu. ficaste completamente coberta, nao se vendo cona ou cu.. deitei-te entao com a barriga apoiada numa almofada, prendi as pernas abertas com cordas e verificando estares bem apoiada com o rabo bem disponivel assente nessa almofada, atei a cintura e prendi num camarao bem fixo na parede. Choramingavas, refilavas, injuriavas-me. pus-te a gag ball. pelo menos nao falavas tanto.
    - Com uma cane em cada mão, fui mostrar-te. Sei o medo que lhes tens, e era o pretendido. Abriste muito os olhos assustada e tentavas dizer que não com a cabeça. Um silvo ouviu-se no ar e a primeira brindou-te o rabo, marcando-o com uma risca avermelhada. um grito saiu da tua boca. o choro passou de brando a convulsivo. a medida que espalhava as pancadas pelo rabo e pernas o choro e gritos aumentavam. Ja os desenhos no rabo eram bem visíveis quando o choro passou a um lamento e o teu corpo serpenteava vagarosamente. Tinhas atingido o subspace. Parei e fotografei o teu corpo marcado. Fotos lindas. Como o gengibre ainda fazia efeito, agarrei num chicote e ritmada-mente fustiguei as tuas costas. Os gemidos iniciaram, as convulsões pré orgásmicas apareceram, levando-me a parar. Hoje queria que atingisses a loucura total. Não era a primeira vez que acontecia ejaculares seguindo-se uma apatia muito grande ou ate mesmo o desmaio. Era o que pretendia hoje, levar-te aos limites.
   -Pousei o chicote, agarrei numa fita e puxei com força. mordeste a gag. Fiz o mesmo as restantes que vieram cheias dos poucos pelos que tens na cona e cu. Depilação completa. Tirei o gengibre. tinhas um lago debaixo de ti e os lábios inchados. Mais fotos.
    Resolvi usar a bomba de vácuo na cona. Suguei ao máximo. Contorceste-te de dor. Vazei, aliviando-te por pouco tempo. Repeti o processo 5 vezes. Quando parei e tirei o aparelho, alem os lábios vermelhos, o clitóris sobressaia deles, inchado e imponente. Mais fotos.
     - Para finalizar, com uma faca, bati varias vezes na cona dorida e no clitóris. Apesar da dor os gemidos e contorções informaram-me o quanto pronta estavas para te vir. Bati mais algumas vezes com a faca.
     - Substitui a faca pela minha mão e fodi-te com ela brutalmente, enfiava ate aos nos dos dedos, com rapidez e força. Vieste-te como uma cascata, molhaste a cama, os meus braços e as pernas. Após uns longos segundos, desmaiaste. Um sono profundo, calmo. Não resisti em usar-te. Bati uma punheta e esporrei-te a face a vista. deitada de bruços, escorria a minha esporra na direcção da tua boca e queixo. Quando acordares sentiras o meu cheiro em ti, estas marcada.

terça-feira, 26 de maio de 2020

Escolhas: cona ou cu?

   Como o título indica, há dificuldade da minha parte em escolher se gosto mais de te foder o cu ou a cona. De preferência os dois, mas nem sempre e e possível.
    Olhar, beijar, dedilhar, bater na tua coninha tem sempre o mesmo efeito, humidade sempre presente, grelo duro, lábios inchados. Depois a anatomia da mesma. Uma coninha pequena, maravilhosamente desenhada, por si só inchada, sem pelos de preferência, perfeita. A cona mais linda que conheço. Com algo que ainda mais a valoriza, o cheiro e sabor dela mantém-se constantes há 7 anos. Humidade doce, inebriante que até tu adoras lamber no meu caralho, dedos ou até das tuas mãos quando brincas. Depois, dentro de ti, pulsas constantemente, apertas seja caralho ou mão, sente-se puxar para dentro acariciando, como que exigindo e agradecendo a sua entrada.
   Por outro lado, o cu. Também pequeno,também devido aos teus hábitos sempre bem cheiroso, já o restante nos meus dedos ou no caralho numa mamada após enrabadela. O cu tal como a cona, aperta, sabes agasalhar com sofreguidão, acto que me entenda ainda mais. Quando e manuseado, se precisar lubrificação basta ir buscar dois dedos a frente. A cona reage muito as carícias anais. Também aqui há a particularidade de há bem pouco tempo, estando tu por cima de mim, em saltos de desejo e euforia, tirando e engolindo todo, gritares que não doi, um orgulho para mim que tanto lutei contra os teus fundados tabus e argumentos.
   Chego a conclusão final que, fodendo os dois, fico completo, sinto-me vitorioso e honrado, pela vitória atrás e por não teres, ao fim de tantos anos, perdido na nossa coninha qualquer tipo de regeicao. És perfeita e quero que seja sempre assim.

Vibrante

  Por mensagem informei-te que hoje ia foder-te até caires. Rebentar contigo. Imagino o quanto excitada ficaste e ao mesmo tempo assustada. Não te disse foi o resto. Mandei somente estares nua em cima da cama e todas as cordas e fixações a velcro a teu lado. Imagino como ficaste.
   Cheguei a casa e tomei um banho, sem antes te ter ido cumprimentar. Quando sai do emprego tinha enviado outro SMS ordenando que executasses as ordens da manhã e esperasses por mim.
    Saído do banho, fui até ti sem uma palavra. Olhaste-me nos olhos com um sorriso meio assustado. Vendei-te, atei cada braço a um lado da cama e escancarei as tuas pernas, prendendo-as também aos lados. Estavas aberta e exposta como eu desejava.
    Juntei os vibradores todos e o gel vibratório e passei a acção.
    Pus um pouco de gel no clitóris e no cu, o vibrador médio nos lábios e iniciei as hostilidades com vibracao baixa. Estavas impavida, embora notasse algum brilho nos lábios da cona.
   Não liguei muito, estavas a fazer-te forte. Enfiei o vibrador um pouco dentro de ti, não sentindo obstáculo. Estavas bem lubrificada. Mas ainda inerte.
    Apanhei o Magic, encostei ao teu cu e pus em modo moderado, fazendo pressão nele. Acho que não aguentas-te tanto estimulo, o teu corpo vibrava, e os gemidos apareciam tímidos. Iniciei o trabalho então com os dois dentro de ti, metendo parte da cabeça do Magic e o da cona quase todo. Vibrador, gemias e tentavas contorcer-te. De repente tudo parou. Tirei os vibradores e fui em busca de outros aparelhos.
    Pus então na barriga junto ao monte de Vénus os quatro eléctrodos e liguei a máquina nao muito forte. Quando vi que te estava a estimular, parei, deixei com essa intencidade e pus o aparelho de vácuo na cona. Apertei várias vezes a bomba e gritaste. Estava colada a parte de cima do aparelho. Deixei um pouco enquanto te queixavas. Adorei ver o grelo sobressair nos lábios. Libertei a pressão. Passados segundos voltei a sugar ao máximo e novas queixas da tua parte. Não liguei e aumentei a potência nos eléctrodos. Sofrias...e eu extasiado pela visão oferecida. As tuas pernas tremiam, assim como tu toda. Choravas. Era óptimo ver-te no desespero.
  Baixei um pouco os eléctrodos e tirei a bomba. Tinhas a cona inchada, o grelo saído. Passei a mão levemente e vi como estavas sensível.
    Voltei ao Magic, desta vez no grelo com vibracao e enfiando um vibrador na cona o Magic tratava-se do grelo.
    Cada vez te mexias mais em movimentos de prazer. Aumentei gradualmente a potência nos eléctrodos. Cada aumento era um ui mas depressa passava. Tremiam muito, os lábios abertos e inchados, o clitóris imponente até que gritando, expeliste líquido em abundância, encharcado o lençol, vindos-te em fúria. Orgasmo sensacional. Tirei tudo de ti, libertei as cordas, beijei os teus lábios, ilugiei a tua postura e mandei que tomasses um banho, vestisses-te com algo que estivesse apertado.
   Quando apareceste ao pé de mim de leggins e não queria acreditar no W que  sobressaia na cona. Estavas linda e ia passear a minha cadela para meu gaudio, de quem se cruzasse por nós e pelo teu orgulho e prazer.
    

segunda-feira, 25 de maio de 2020

A minha puta

  A mulher e um ser muito complexo. Compreender uma e torturante e pouco conseguido. Como compreender alguém que tem dificuldade ela própria em se perceber? Alguém para a qual uma coisa e o melhor da vida e no dia seguinte nem pode ver?
   A experiência diz-me que e trabalho escusado. Não precisamos percebe-las nem compreende-las, basta estarmos atentos, fazer com que se sintam amadas e o centro das nossas atenções. Por último, a mulher assim como o homem adora sentir-se a melhor amante do mundo. E e a melhor realmente para o homem que admira, respeita e adora. Esse homem tem que ser merecedor de tal. O perfeito? Não, isso não existe. E elas sabem tao  bem como nos.
    A mulher tem tendência a dar sempre o dobro do que recebe, seja em bom ou mau. Se o homem a fizer sentir que ela e o centro de tudo, que está sempre pronto para ela, a mulher sente-se em falta muitas vezes, levando-a a se entregar aos caprichos do seu amado, quantos mais conseguir saciar, melhor.
   Este breve introito serve para lhes falar da mulher da minha vida, a minha companheira, a minha puta. Certamente nunca pensou ela em se entregar da maneira que o faz, nunca imaginou as necessidades que tem de maus tratos na cama, da dureza como a possuo vezes sem conta, das dores que sente durante a intimidade e do cansaço por vezes extremo que sente no fim. Pior, nem sequer imaginou que podia e queria mais orgasmos após, que revitalizava com uma simples massagem ou um toque mais subtil.
   E importante a minha mulher sentir-se puta para mim. E importante não se sentir vexada se numa zanga me afastar mas a noite procurá-la, servir-me e afastar-me sem uma palavra. Sente-se bem porque sabe que e amada, haja o que houver. Está segura porque se a procuro e a uso e por desejo dela, só ela sacia as minhas vontades. As vontades que tem de na mesma situação se ajoelhar a meus pés fazendo um broche e babando a cara e boca com a sua saliva e o meu caralho esporrado. Porque sou perfeito? Não, porque a amo e ela sabe. No dia a dia, em cada gesto. Eu conto com ela e ela comigo. Por muita gente que tenhamos a cargo, por muitas situações que causem desconforto entre nós há a certeza de que nada nos afasta. E assim a minha puta. E e assim que a adoro. 

quarta-feira, 20 de maio de 2020

Irritação, chapadas, foda e orgasmo

  Ontem precisei "desabafar".
Estavas no quarto a passar a ferro e ao mesmo tempo a refilar de coisas várias.
  Um pouco farto entrei no quarto e apertei o teu pescoço, encostei as tuas pernas a cama e emporrei para cima dela. E que além de farto tinha uma tesão enorme e estavas como sempre divinal na tua roupa simples. Uma mulher bonita até vestida com um saco e desejável. E tu estavas assim.
   Por estar a sentir tanto desejo apesar de tudo o que dizias, enchi-te a cara de chapadas. Queixaste-te que dois mas moradias os lábios. Contraditório. O que me pareceu foi estares a adorar. Confirmei a humidade da cona e pus os dedos nos teus lábios. Depois beijei-te, exigindo o mesmo de ti. Contra-vontade lá foste dando um ou outro, beijos sem intensidade. Furioso tirei-te as calças e enfiei o caralho firme na tua cona, com as pernas esticadas para cima. Dor, era o que via na tua cara. Estavas incomodada com os intestinos. Como te vi mal, perdi a rigidez. Quis lamber-te mas estávamos dos em casa por pouco tempo e não quiseste. Beijei-te mais uma vez e aí o sexo voltou a forma habitual. Pediste para ficar de quatro e foste novamente fodida com toda a força, além de palmadas várias no rabo. Apesar de aí responderes com tesão, notava o incomodo que sentias. Por vezes estavas perto de te vir, outras parava tudo. Talvez por estar tão desejoso o meu orgasmo acabou por acontecer inadvertidamente.  Não sendo costume ficaste em branco. Hoje vou foder-te de todas as formas. Vais voltar a vir-te e, se bem te conheço, o que não tiveste ontem vira a dobrar ou mais hoje.