terça-feira, 26 de maio de 2020

Escolhas: cona ou cu?

   Como o título indica, há dificuldade da minha parte em escolher se gosto mais de te foder o cu ou a cona. De preferência os dois, mas nem sempre e e possível.
    Olhar, beijar, dedilhar, bater na tua coninha tem sempre o mesmo efeito, humidade sempre presente, grelo duro, lábios inchados. Depois a anatomia da mesma. Uma coninha pequena, maravilhosamente desenhada, por si só inchada, sem pelos de preferência, perfeita. A cona mais linda que conheço. Com algo que ainda mais a valoriza, o cheiro e sabor dela mantém-se constantes há 7 anos. Humidade doce, inebriante que até tu adoras lamber no meu caralho, dedos ou até das tuas mãos quando brincas. Depois, dentro de ti, pulsas constantemente, apertas seja caralho ou mão, sente-se puxar para dentro acariciando, como que exigindo e agradecendo a sua entrada.
   Por outro lado, o cu. Também pequeno,também devido aos teus hábitos sempre bem cheiroso, já o restante nos meus dedos ou no caralho numa mamada após enrabadela. O cu tal como a cona, aperta, sabes agasalhar com sofreguidão, acto que me entenda ainda mais. Quando e manuseado, se precisar lubrificação basta ir buscar dois dedos a frente. A cona reage muito as carícias anais. Também aqui há a particularidade de há bem pouco tempo, estando tu por cima de mim, em saltos de desejo e euforia, tirando e engolindo todo, gritares que não doi, um orgulho para mim que tanto lutei contra os teus fundados tabus e argumentos.
   Chego a conclusão final que, fodendo os dois, fico completo, sinto-me vitorioso e honrado, pela vitória atrás e por não teres, ao fim de tantos anos, perdido na nossa coninha qualquer tipo de regeicao. És perfeita e quero que seja sempre assim.

Vibrante

  Por mensagem informei-te que hoje ia foder-te até caires. Rebentar contigo. Imagino o quanto excitada ficaste e ao mesmo tempo assustada. Não te disse foi o resto. Mandei somente estares nua em cima da cama e todas as cordas e fixações a velcro a teu lado. Imagino como ficaste.
   Cheguei a casa e tomei um banho, sem antes te ter ido cumprimentar. Quando sai do emprego tinha enviado outro SMS ordenando que executasses as ordens da manhã e esperasses por mim.
    Saído do banho, fui até ti sem uma palavra. Olhaste-me nos olhos com um sorriso meio assustado. Vendei-te, atei cada braço a um lado da cama e escancarei as tuas pernas, prendendo-as também aos lados. Estavas aberta e exposta como eu desejava.
    Juntei os vibradores todos e o gel vibratório e passei a acção.
    Pus um pouco de gel no clitóris e no cu, o vibrador médio nos lábios e iniciei as hostilidades com vibracao baixa. Estavas impavida, embora notasse algum brilho nos lábios da cona.
   Não liguei muito, estavas a fazer-te forte. Enfiei o vibrador um pouco dentro de ti, não sentindo obstáculo. Estavas bem lubrificada. Mas ainda inerte.
    Apanhei o Magic, encostei ao teu cu e pus em modo moderado, fazendo pressão nele. Acho que não aguentas-te tanto estimulo, o teu corpo vibrava, e os gemidos apareciam tímidos. Iniciei o trabalho então com os dois dentro de ti, metendo parte da cabeça do Magic e o da cona quase todo. Vibrador, gemias e tentavas contorcer-te. De repente tudo parou. Tirei os vibradores e fui em busca de outros aparelhos.
    Pus então na barriga junto ao monte de Vénus os quatro eléctrodos e liguei a máquina nao muito forte. Quando vi que te estava a estimular, parei, deixei com essa intencidade e pus o aparelho de vácuo na cona. Apertei várias vezes a bomba e gritaste. Estava colada a parte de cima do aparelho. Deixei um pouco enquanto te queixavas. Adorei ver o grelo sobressair nos lábios. Libertei a pressão. Passados segundos voltei a sugar ao máximo e novas queixas da tua parte. Não liguei e aumentei a potência nos eléctrodos. Sofrias...e eu extasiado pela visão oferecida. As tuas pernas tremiam, assim como tu toda. Choravas. Era óptimo ver-te no desespero.
  Baixei um pouco os eléctrodos e tirei a bomba. Tinhas a cona inchada, o grelo saído. Passei a mão levemente e vi como estavas sensível.
    Voltei ao Magic, desta vez no grelo com vibracao e enfiando um vibrador na cona o Magic tratava-se do grelo.
    Cada vez te mexias mais em movimentos de prazer. Aumentei gradualmente a potência nos eléctrodos. Cada aumento era um ui mas depressa passava. Tremiam muito, os lábios abertos e inchados, o clitóris imponente até que gritando, expeliste líquido em abundância, encharcado o lençol, vindos-te em fúria. Orgasmo sensacional. Tirei tudo de ti, libertei as cordas, beijei os teus lábios, ilugiei a tua postura e mandei que tomasses um banho, vestisses-te com algo que estivesse apertado.
   Quando apareceste ao pé de mim de leggins e não queria acreditar no W que  sobressaia na cona. Estavas linda e ia passear a minha cadela para meu gaudio, de quem se cruzasse por nós e pelo teu orgulho e prazer.
    

segunda-feira, 25 de maio de 2020

A minha puta

  A mulher e um ser muito complexo. Compreender uma e torturante e pouco conseguido. Como compreender alguém que tem dificuldade ela própria em se perceber? Alguém para a qual uma coisa e o melhor da vida e no dia seguinte nem pode ver?
   A experiência diz-me que e trabalho escusado. Não precisamos percebe-las nem compreende-las, basta estarmos atentos, fazer com que se sintam amadas e o centro das nossas atenções. Por último, a mulher assim como o homem adora sentir-se a melhor amante do mundo. E e a melhor realmente para o homem que admira, respeita e adora. Esse homem tem que ser merecedor de tal. O perfeito? Não, isso não existe. E elas sabem tao  bem como nos.
    A mulher tem tendência a dar sempre o dobro do que recebe, seja em bom ou mau. Se o homem a fizer sentir que ela e o centro de tudo, que está sempre pronto para ela, a mulher sente-se em falta muitas vezes, levando-a a se entregar aos caprichos do seu amado, quantos mais conseguir saciar, melhor.
   Este breve introito serve para lhes falar da mulher da minha vida, a minha companheira, a minha puta. Certamente nunca pensou ela em se entregar da maneira que o faz, nunca imaginou as necessidades que tem de maus tratos na cama, da dureza como a possuo vezes sem conta, das dores que sente durante a intimidade e do cansaço por vezes extremo que sente no fim. Pior, nem sequer imaginou que podia e queria mais orgasmos após, que revitalizava com uma simples massagem ou um toque mais subtil.
   E importante a minha mulher sentir-se puta para mim. E importante não se sentir vexada se numa zanga me afastar mas a noite procurá-la, servir-me e afastar-me sem uma palavra. Sente-se bem porque sabe que e amada, haja o que houver. Está segura porque se a procuro e a uso e por desejo dela, só ela sacia as minhas vontades. As vontades que tem de na mesma situação se ajoelhar a meus pés fazendo um broche e babando a cara e boca com a sua saliva e o meu caralho esporrado. Porque sou perfeito? Não, porque a amo e ela sabe. No dia a dia, em cada gesto. Eu conto com ela e ela comigo. Por muita gente que tenhamos a cargo, por muitas situações que causem desconforto entre nós há a certeza de que nada nos afasta. E assim a minha puta. E e assim que a adoro. 

quarta-feira, 20 de maio de 2020

Irritação, chapadas, foda e orgasmo

  Ontem precisei "desabafar".
Estavas no quarto a passar a ferro e ao mesmo tempo a refilar de coisas várias.
  Um pouco farto entrei no quarto e apertei o teu pescoço, encostei as tuas pernas a cama e emporrei para cima dela. E que além de farto tinha uma tesão enorme e estavas como sempre divinal na tua roupa simples. Uma mulher bonita até vestida com um saco e desejável. E tu estavas assim.
   Por estar a sentir tanto desejo apesar de tudo o que dizias, enchi-te a cara de chapadas. Queixaste-te que dois mas moradias os lábios. Contraditório. O que me pareceu foi estares a adorar. Confirmei a humidade da cona e pus os dedos nos teus lábios. Depois beijei-te, exigindo o mesmo de ti. Contra-vontade lá foste dando um ou outro, beijos sem intensidade. Furioso tirei-te as calças e enfiei o caralho firme na tua cona, com as pernas esticadas para cima. Dor, era o que via na tua cara. Estavas incomodada com os intestinos. Como te vi mal, perdi a rigidez. Quis lamber-te mas estávamos dos em casa por pouco tempo e não quiseste. Beijei-te mais uma vez e aí o sexo voltou a forma habitual. Pediste para ficar de quatro e foste novamente fodida com toda a força, além de palmadas várias no rabo. Apesar de aí responderes com tesão, notava o incomodo que sentias. Por vezes estavas perto de te vir, outras parava tudo. Talvez por estar tão desejoso o meu orgasmo acabou por acontecer inadvertidamente.  Não sendo costume ficaste em branco. Hoje vou foder-te de todas as formas. Vais voltar a vir-te e, se bem te conheço, o que não tiveste ontem vira a dobrar ou mais hoje.

terça-feira, 19 de maio de 2020

Guerra sexual

Uma tarde chego do trabalho, cansado, suado, com o objectivo único de tomar um banho.
  Despi me e entrei na banheira com água corrente, um bálsamo de bem estar, limpeza de sujidade e da alma. Acabado o banho, sai em cueca, ainda molhado, com o intuito de sentar um pouco, relaxar, um cigarro e uma cerveja sabiam bem, tornavam aqueles minutos perfeitos.
Mas tinhas outras ideias para a minha tarde. Já tinhas falado do teu desejo de lutar, de sentires a minha força domar te e dominar.
Quando ia levar o copo a boca, tiraste-o primeiro que eu e fingiste despeja-lo fora. Disseste não me deixar beber que me fazia mal. O sorriso radiante e desafiante desenhado no teu rosto irritou-me, mas prossegui indo buscar o tabaco. O pior e que cada vez que tentava acender, sopravas apagando o isqueiro. Três vezes o fizeste.
   Atirei o cigarro fora, levantei-me e sai a porta, sentando-me numa cadeira no jardim. Esperei a tua reação. Não se fez esperar.
   Chegando perto de mim, tentaste fazer me cair da cadeira.
Agarrei-te então e apesar dos safanões que tentavam dar, prendi-te pelos bracos, deitei-te no meu colo e bati-te no rabo até me cansar. Começaste a espernear mas depressa choravas e sossegavas. Meti a mão dentro das cuecas e verifiquei o quanto estávas molhada. Larguei-te na relva. Esfregavas o rabo para te aliviar, olhando para mim ainda com aquele ar desafiante mas choroso. Levantei-me para finalmente ir fumar, quando senti o impacto do teu corpo contra as minhas costas, num salto, agarrando-te ao meu pescoço. Ainda não estavas satisfeita.
  Agarrei-te nos braços abrindo-tos, torci um nas tuas costas até teres que te baixar e aí, quando ajoelhas-te enfiei o caralho na boca. Como estava só de cuecas foi muito fácil. Fodi a boca com violência, babavas muito o caralho, escorrendo pelo queixo.
 Como a tesão era muita, voltei-te de quatro, agarrando pelo cabelo e enfiei de uma vez na cona que irrigação líquido sem igual. Cada movimento era um baque no teu rabo e um aí teu. Chamavas-me cobarde, e eu batia-te no rabo, mas sempre com o cabelo agarrado, como a crina de uma égua.
Não sei quantas vezes te vieste, gritava, para as, algum vizinho pode ter ouvido mas se era luta era luta e até ao fim.
Quando te vi prostrada sem forças para te ergueres, também eu já estava exausto, tirei o caralho de dentro de ti e banhei o teu corpo inerte. Deixei te estendida na relva e fui tomar outro banho. Estavas feliz

segunda-feira, 18 de maio de 2020

"Incha cona"

Apanhei te novamente deitada, já recomposta das tropelias anteriores, dormidas a sono solto, sonhos senso maus, incómodos eram. Então resolvi star os braços a cama e as pernas, esticando e abrindo te bem. Claro que acordaste e refilaste, tentando livrar te mas só ganhaste duas palmadas na cona, tão fortes que te dobraste um pouco para a frente, chorando de dor. Indiferente a isso, fui em busca do sugador.  Aconcheguei bem, e soguei duas vezes, fazendo os lábios incharem. Liberei a sucção e de novo sugiro até ao máximo dessa vez. Choravas, queixavas te mas o grelo sobressaia nos lábios inchados. Após alguns segundos, novamente liberei e tudo voltou mais ou menos ao aspecto inicial. De novo levei a sucção ao máximo, de novo queixas mas desta vez mais tempo, quando perdia um pouco de ar dava mais uma bombada. Estiveste assim algum tempo, tinhas a cona vermelha e quando tirei a máquina o volume dos lábios e clitóris era enorme. Uma daquelas contas que apetece tratar e assim fiz. Meti a boca lambendo toda a zona que estava muito sensível, dando pequenos toques com a língua de vez em quando no clitóris, torcendo todo o teu corpo de tesão. Ainda dei dois puxões muito fortes nos dois lábios levando a que levantasses o corpo,na tentativa de aliviar um pouco, alívio esse que aconteceu com a minha boca. Tanto lambi, beijei e chupei, até as tuas pernas tremerem sinal de orgasmo evidente. Parei. Acendi duas velas e despejei sobre a cona inchada, grelo incluído. Serpentiavas como uma louca, gritava, mas molhaste a cama, tal a violência com que te vieste. Limpei a vela e deixei te a dormir, desta vez desejei te uma boa noite e de manhã queria vestida com umas leggings as mais apertadas e sem cuecas. A cona ia sobressair muito

Violada

Devido a factos ocorridos no nosso dia a dia, o ambiente entre os dois esmoreceu um pouco e a relação um pouco fria. Estavas triste e eu também não andava de bons humores. Tenho uma maneira diferente de reagir, como temos todos. Enfim, arrufus, todos os casais teem.
     Chegas um dia junto a mim e confessas: "Preciso ser violada".
   Achei um pedido estranho mas compreensível. Sentias amargura e precisavas extravasar da maneira que conheces esse mau estar.
    Depois de me dares a conhecer essa necessidade, voltaste costas e dirigiste te ao quarto.
    Fiquei ali sentado como estava, pensando sadicamente nas várias hipóteses que tinha de preencher o teu desejo e o meu. Bebi um whiskey, fumei um cigarro e fui preparar alguns apetrechos, entre os quais um generoso pepino, velas, chicote, vaselina e mais uns quantos.
   Mais um copo de bebida e dirigi me ao quarto onde te encontra as sentada na cama jogando no telemóvel. Arranquei to das mãos , dei te duas fortes bofetadas para te mostrar que não estava para brincadeiras, prendi te braços e pernas com velcro e deixei te de quatro, presa pela cintura, não tendo tu liberdade para te deitar mas ao mesmo tempo podias mover um pouco a posição.
   O chicote incidiu forte nas costas, rabo e entre as pernas, atingindo o grelo fazendo te gritar de dor. Pedisse para parar mas só servia para te maltratar mais. Cansei me do chicote e acendi três velas. Duas vertia nas tuas costas e outra no rego do cu, vendo a cera escorregando até a conta e ouvindo te gritar e chorar. Sensação óptima. Meti bem apertada a bola na tua boca. Fazias menos barulho e babavas te mais o que era mais sensual.
    Tirei a vela do rego com uma faca, e o frio contrastou certamente com o quente da vela, parando o choro convulsivo e iniciando tímidos gemidos de prazer. Que cessaram no momento em que limpa  enchi o cu de vazelina e forcei  metade do pepino pelo cu dentro. Gritante de dor mas um grito tão estridente que me deu uma tesão maluca. Pondo me atrás de ti enfiei na cona de uma vez, abrindo a a passagem do meu caralho. Senti rasgar o teu interior, separar as paredes a força, um prazer sem igual. Tu continuas a gritar mas após três ou quatro entradas os gritos passaram a novos gemidos e o teu primeiro orgasmo aconteceu. Estranho, sofrido como tudo o que te tinha acontecido até aí.
   Continuei as estocadas ritmadas, e depressa o teu corpo indiciou a proximidade de outro orgasmo.
  Extrai o pepino do cu e enfiei o caralho todo até sentir os colchões baterem na tua cona. Bombei com os teus gemidos de dor e algum prazer, dedilhei o clitóris e inclusive meti dois dedos dentro da tua cona batendo uma ligeira punheta através da tua pele interior. Aguentei estoicamente que o teu orgasmo viesse, apesar de teres o cu sensível e quando te vieste, com os dedos no teu clitóris, enchi te o cu de esporra quente, acabando fora de ti, borrifando as costas e deixando te senso desmaiada no teu estado de graça.
   Desatei-te, tirei a cera das costas, limpei te e conforme entrei no quarto, assim sai. Tinha cumprido o meu desejo e creio que o teu.

terça-feira, 12 de maio de 2020

Dia de tempestade


     Vento. Uivava nas imediações, toalhas e molas eram deslocadas por força das rabanadas. Resolvemos desconfinar um pouco e metemo-nos dentro do carro. O temporal mexia com a nossa libido, despertando desejos.
     Saímos de casa e logo ali, apesar das dificuldades de visão, mandei-te fazer um broche. Alegaste que a policia podia estar em algum lugar. Deite um chapadão na face e maltratei-te dizendo "estúpida, qual é a policia que esta em operação com este temporal? Faz o broche e cala-te".
     Tudo era encenação, pelo menos para mim. Tu, talvez não compreendendo ainda o que estava a fazer, chorosa, desapertaste as calças e tirando o membro para fora foste contrariada de encontro a ele, beijando suavemente e apertando-o com a mão, timidamente. Notei não estares muito feliz mas, pela maneira como chupavas, a estalada e a "estúpida" tinham mexido contigo. Após uns segundos meteste-o um pouco na boca, situação que me deu a oportunidade de te afundar a boca, sentindo a tua garganta e fixando um pouquinho nessa situação, ate te ver aflita com falta de ar, agarrando desesperada a perna. Nesse momento deixei-te respirar, saindo tu toda babada e respirando aflita, olhando para mim que sorria. Resolveste então la ir novamente, simulando que o fazias entrar na boca, esperando que te afundasse novamente, sem sucesso. Saber esperar e uma virtude e neste dia resolvi ser virtuoso. Após varias simulações e talvez movida pela excitação distraíste-te e engoliste um pouco. Voltei a forçar a tua cabeça de encontro ao caralho, dessa vez abusando mais um pouco dizendo-te frases como "então puta, estavas a gozar; engole o caralho todo, minha vaca, tira o leitinho e engole-o vadia;" Claro que quando aliviei alem da respiração aflita, tossias muito. Levantaste-te, sentando-te a meu lado, calada, torcendo as pernas subtilmente em sinal de excitação, mas

mantiveste-te calada. Mandei então que abrisses as pernas e puxasses as cuecas, roçando o grelo. A minha ideia era ver o quanto estavas húmida. Não foi preciso, assim que abriste as pernas, alem de ver a cueca manchada, senti o odor guloso que o teu corpo emana quando estas excitada. Mas não interrompi o que te mandei fazer, alias, ajudei, torcendo um pouco as cuecas junto aos lábios, saltando tu um gemido de prazer e dor. Agarraste-me pela mão e abriste-a mais um pouco, indicando quereres que te apertasse e puxasse os lábios com força. Não me fazendo rogado, agarrei e puxei com muita força, fazendo acompanhar o teu corpo na direcção que puxava, movimento este acompanhado de gritos. Queixumes de uma mulher embriagada de desejo que o quer esconder. Quando larguei, sentaste-te novamente e eu pousei a mão na alavanca das mudanças. Olhaste-me de lado e agarrando-me na mão levaste-me novamente ao sitio. Óptimo, apetecia-te ter os lábios e o grelo inchados. Quando ficam assim, o minete e muito mais prazeroso, os berros que soltas sao mais sentidos e entras em paranóia. Disse-te " isto vai doer-te puta. Tens a certeza?" Então curvaste o corpo para junto de mim, deste-me um beijo e segredaste "quero". Então o meu sadismo fez o resto, agarrei bem os lábios e puxei, puxei muito, apesar dos teus nãos, não larguei ate me satisfazer.
    Quando o fiz tinha pequenos pelos nas mãos, colados pela tua lubrificação. Contorcias-te no banco, dor e prazer, calculo as emoções e sentimentos contrários que te passaram pela cabeça. Mandei-te abrir as pernas. Novamente levaste um forte estalo para as abrir. A obediência  obriga a que a minha vontade seja lei. Abriste as pernas e os meus dedos foram a tua cona, passando e molhando-os. Quando achei que estavam suficiente húmidos, passei-os  suavemente pelo grelo e o ponto U. Desta vez agarravas-te ao banco com todas as forças O orgasmo eminente depressa se fez sentir como um vulcão, tudo o que tinhas passado ate esse momento descarregaste ali, gritos guturais, movimentos e frases desconexas. Acalmaste e deitaste a cabeça para trás. Sorriso de felicidade e cansaço. Mas se pensaste em descansar, tinha outras ideias para ti.


Continua