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quarta-feira, 18 de novembro de 2020

REGRESSO II

 Chegamos a casa, tomamos banho e fomos petiscar. Um hambúrguer no pão e um copo de vinho (casal garcia), foi tudo de bom naquela hora. Embora o frio apertasse, estávamos quentes, até pelas ocorrências do dia. Um filme amador de um casal, também sadomasoquista ajudou a fazer tempo de digestão. A partir dai foi  a ida para a cama, a preparação da cena e o começo. 

De 4, ofereceste-me o órgão que mais me excitou o dia todo: O rabo. Iniciei com a palmatória, aquecendo a zona, as pernas e as costas. Cansei-me. A vermelhidão aparecia suave, queria aquele majestoso volume rubro. Fui em busca de um chicote novo, com as tiras de cabedal grossas e compridas.  Apaixonaste-te por ele. A pancada é forte e certeira, inclusive puseste um elástico a unir as pontas o que origina uma pancada mais dolorosa. Pois se querias dor, dar-ta-ia.

Peguei na cane e apliquei uns quantos golpes. Pediste mais velocidade e um pouco menos de força. Fiz-te a vontade. Sabia que o pedido levaria a um orgasmo, pelos movimentos do teu corpo. Além disso os vergões apareciam bem nítidos. O rabo inchou, as nádegas separaram e foram aparecendo à minha vista os lábios da cona e o cu, cobertos ainda pela cueca subida. Bem, cobertos é um exagero porque a cueca estava entre os lábios, húmida e só um fio passava no olho do cu. Tudo o resto tinha sido absorvido.

                                                                                                                                                                      

 Gingavas e oferecias o traseiro às pancadas que já eram dadas com duas canes, alternadas ou em simultâneo. Os gemidos que te são característicos, aumentavam de tom. Mas, mais uma vez, parei. Um corte de luz, na altura, cortou também o crescente entusiasmo. Passados uns dez minutos, quando a iluminação voltou, tinhas arrefecido e estavas dorida. Não restou outra alternativa que te levar ao orgasmo através  do toque mais sexual. Assim o fizemos. Após aqueceres com uma punheta a mim, aqueceres em termos físicos e psicológicos, voltaste-te de costas e apontaste o caralho a ti. Primeiro ao cu, mas como a dificuldade era muita e a paciência já pouca, desviei e entrei todo em ti. Gritaste, tentaste empurrar-me para trás. Recuei, mas não muito, voltei a entrar como que enraivecido. Aí, apesar do grito, já te empurras de encontro a mim, dava-te palmadas muito fortes pelo corpo todo até que, entre vários espasmos vieste-te...De tal forma que nem te apercebeste que eu próprio tinha-te enchido de esporra. Foi um dia que quero repetir. Cheio de situações novas e que temos de alimentar. Quero que te venhas de todas as maneiras possíveis e que chegues a casa envergonhada e cheia de tesão por seres tão exposta. Tenho-te como minha, sabendo que o és enquanto quiseres. Então uso-te da maneira que mais me apraz. 


quarta-feira, 3 de junho de 2020

Tarde louca

   

   Chego a casa. Transpirado devido a temperatura alta que se faz sentir mas muito mais pela tesao.
Sugeriste pelo telefone ires esconder-te para que te procurasse apos o meu banho.
E obvio que pedias que te castigasse fortemente pela simulaçao de nao estares em casa, nao receberes o Dono como e costume. Foi bem idealizado.
    -Apos banho tomado, fui descascar um gengibre e apos, encontrei-te onde supunha, no anexo com carinha de puta, sorridente e fingindo decepçao, perguntaste o que eu estava ali a fazer. Mantendo-me serio, agarrei-te nas maos e prendi uma a outra com fita cola, deitando-te no colo. Dei-te 20 palmadas no rabo, distribuindo-as equitativamente e separando-te as pernas, que ja escorriam a tua seiva, enfiei fortemente de uma vez o gengibre. Gritaste e tentaste expulsar o que tinhas dentro de ti. imobilizei-te com um braço e com a outra mao passei diversas tiras de fita desde o monte de venus ate ao cu. ficaste completamente coberta, nao se vendo cona ou cu.. deitei-te entao com a barriga apoiada numa almofada, prendi as pernas abertas com cordas e verificando estares bem apoiada com o rabo bem disponivel assente nessa almofada, atei a cintura e prendi num camarao bem fixo na parede. Choramingavas, refilavas, injuriavas-me. pus-te a gag ball. pelo menos nao falavas tanto.
    - Com uma cane em cada mão, fui mostrar-te. Sei o medo que lhes tens, e era o pretendido. Abriste muito os olhos assustada e tentavas dizer que não com a cabeça. Um silvo ouviu-se no ar e a primeira brindou-te o rabo, marcando-o com uma risca avermelhada. um grito saiu da tua boca. o choro passou de brando a convulsivo. a medida que espalhava as pancadas pelo rabo e pernas o choro e gritos aumentavam. Ja os desenhos no rabo eram bem visíveis quando o choro passou a um lamento e o teu corpo serpenteava vagarosamente. Tinhas atingido o subspace. Parei e fotografei o teu corpo marcado. Fotos lindas. Como o gengibre ainda fazia efeito, agarrei num chicote e ritmada-mente fustiguei as tuas costas. Os gemidos iniciaram, as convulsões pré orgásmicas apareceram, levando-me a parar. Hoje queria que atingisses a loucura total. Não era a primeira vez que acontecia ejaculares seguindo-se uma apatia muito grande ou ate mesmo o desmaio. Era o que pretendia hoje, levar-te aos limites.
   -Pousei o chicote, agarrei numa fita e puxei com força. mordeste a gag. Fiz o mesmo as restantes que vieram cheias dos poucos pelos que tens na cona e cu. Depilação completa. Tirei o gengibre. tinhas um lago debaixo de ti e os lábios inchados. Mais fotos.
    Resolvi usar a bomba de vácuo na cona. Suguei ao máximo. Contorceste-te de dor. Vazei, aliviando-te por pouco tempo. Repeti o processo 5 vezes. Quando parei e tirei o aparelho, alem os lábios vermelhos, o clitóris sobressaia deles, inchado e imponente. Mais fotos.
     - Para finalizar, com uma faca, bati varias vezes na cona dorida e no clitóris. Apesar da dor os gemidos e contorções informaram-me o quanto pronta estavas para te vir. Bati mais algumas vezes com a faca.
     - Substitui a faca pela minha mão e fodi-te com ela brutalmente, enfiava ate aos nos dos dedos, com rapidez e força. Vieste-te como uma cascata, molhaste a cama, os meus braços e as pernas. Após uns longos segundos, desmaiaste. Um sono profundo, calmo. Não resisti em usar-te. Bati uma punheta e esporrei-te a face a vista. deitada de bruços, escorria a minha esporra na direcção da tua boca e queixo. Quando acordares sentiras o meu cheiro em ti, estas marcada.